AQUI VOCE ENCONTRARA,RAP,R'B,SOUL,PANDZA,FUNK,KUDURO,REGGAE,DANCEHAL ENTRE OUTROS. "BLOG TOTALMENTE VOLTADO AO HIP HOP E SUAS VERTENTES"


O grupo de kuduro The Shine junta-se a Evandro Jr dos Real Stuff para criar o êxito "Ta Doce (faz loucura)" numa fusão de kuduro com house, façam o download.


THE SHINE ft. EVANDRO JR - TA DOCE (FAZ LOUCURA)


Download Radio Edit

Download Club Mix



ANDREIA QUARESMA

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O jovem mc Gog G (16 anos) acaba de lançar a sua primeira MiniTape, intitulada 'Inicio G'. O rapper tem vindo a surpreender por ter um grande talento, por isso apoia o rap e faz download deste trabalho.

DOWNLOAD HERE !!



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Chama-se Hedilson Rock - DKEY ele é estudante da Universidade Eduardo Mondlane a frequentar o curso de informatica
Ele comecou a cantar a mais de cinco ano esta radicado na cidade de Maputo capital de Mocambique o seu estilo musical é Funk portanto, ele é o unico jovem moçambicano que faz o estilo musical Funk em Mozambique
Ja participou em varios hit em musicas de artistas mocambicanos famosos como Dama de Bling,Yara da Silva, Dinho enfim e outros musicos portanto, esta musica enfim'é uma proposta que merece ouvir trata-se de uma mudanca k Dkey e os seus pais fizeram para uma outra zona ou cidade e quando la chegou conheceu uma linda moça e a moça gostou dele tambem mas nao podiam transar porque?? ela recusava sem dizer o real motivo o Dkey resolveu ouvir os mais velhos da zona e estes apelaram a ele a ter calmano fim da musica a moça diz que nao podia fazer sexo porque era HIV e positiva.
moral da estória: é uma moça com atitude e coragem...apesar de tudo eles continuaram amigos... se passares por caso identico nao discrimina o teu parceiro
da sua mao e sejam sempre amigo.

É so ouvir o Hit para sentir o beat



Dikey - Misterio


Observaçao: Use Sempre Camisinha Alem de Evitar uma Gravidez indesejada previni contra Aids ou Sida como é conhecida na Africa alem de outras Doenças
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http://liveforeverpt.files.wordpress.com/2009/07/nneka1.jpg

Nneka é bela e tem uma belíssima voz. Seu marcante acento e sua rebelde cabeleira, penteada em estilo black power, revelam suas origens africanas, declaradas também em letras e rimas. Rimas essas que versam ainda sobre as mais íntimas aflições da moça, embaladas por reggae, rap, jazz, funk, trip hop, soul.
Com tudo isso, dá para entender porque publicações como o jornal inglês "Sunday Times" e os franceses "La Marseillaise" e "Libération", entre outros, a apresentam como "a nova Lauryn Hill".
A comparação faz sentido, e a diva americana e sua extinta banda, o Fugees, são, declaradamente, uma de suas referências. Mas Nneka Egbuna tem personalidade e atitude de sobra para ser mais do que apenas uma sucessora de "miss Hill". E se a aposta dos críticos estiver correta, seu primeiro disco, "Victim of Truth" (2005), teria sido um "best-seller global" se lançado em Nova York.
Se a estréia impressionou, em "No Longer at Ease", álbum que saiu neste ano no exterior (leia crítica nesta página), Nneka aprimora suas influências e, pela primeira vez, é ouvida pelo grande público.
Foi graças a ele que as pessoas descobriram o CD anterior. E é também por ele que seu nome figura no line-up de festivais europeus ou abrindo para artistas como Sean Paul e a dupla Gnarls Barkley.
Mas Nneka parece passar ao largo das apostas e comparações. "As pessoas têm necessidade de relacionar um artista ao outro. A mídia precisa disso. Eu não", disse a cantora à Folha em entrevista realizada por telefone.
"De certa forma, é um prazer ser comparada a Lauryn Hill, porque ela é alguém que, definitivamente, tem algo a dizer. Você sente e ouve isso em suas letras", fala Nneka.
"Na verdade, ela é grande demais para ser comparada ao que estou fazendo."

Histórias

http://lwii.fr/blog/wordpress/wp-content/uploads/2009/02/nneka.jpg
Nascida em Warri, a "cidade do petróleo", na Nigéria, Nneka, 27, tem muito a contar. Atualmente, ela trafega entre a terra natal, onde mora seu pai, e Hamburgo, na Alemanha, para onde se mudou aos oito anos, por motivos sobre os quais ela pouco fala. "Nunca foi minha intenção vir para cá [Hamburgo]. Tive problemas pessoais e, por coincidência, estava na Alemanha na época, mas sou mais africana do que européia."
Formada em antropologia, Nneka canta desde sempre, mas, só nos últimos três anos transformou seu hobby em profissão. "Nunca tive chance de fazer música. Minha família não tem nada a ver com a música. Meu pai é um arquiteto que se tornou fazendeiro. Sobre minha mãe [que é alemã], sei pouco. Não cresci com ela", conta.
"Escrevia sempre que sentia saudades da Nigéria. Quando estava sozinha. Era uma terapia para lutar contra a tristeza."
Além de sentimentos pessoais, suas letras tratam de problemas sociais e políticos da África e, segundo ela, refletem mais ou menos sua experiência de vida. "O que acontece ao meu redor e as pessoas com as quais convivo são minha grande inspiração", descreve.
Neste ponto, a influência do conterrâneo Fela Kuti, o criador do afrobeat, se sobrepõe à do hip hop norte-americano ou à do reggae jamaicano, dois ritmos marcantes no diversificado estilo de Nneka. "Fela Kuti é uma grande inspiração para todos os nigerianos. Ele e sua luta pela democracia e pela liberdade artística", diz. "Fela é o rei do afrobeat; um dos pais da música africana. Ele era capaz de exprimir as vontades do povo."

Diversidade

http://audiovisualmente.files.wordpress.com/2009/09/nneka.jpg
Ainda que a Nigéria seja o principal tema das canções de Nneka, e suas ruas o cenário de seus clipes -todos disponíveis no YouTube-, ela concorda que jamais teria feito um disco como "No Longer at Ease", ou mesmo "Victim of Truth", se estivesse morando na África.
"Se não tivesse saído de lá, jamais teria tido a chance de viver por mim mesma e de ver certas coisas", acredita. Além disso, Nneka não teria conhecido o DJ alemão Farhot, que delineou a sonoridade de seus dois álbuns -o segundo teve ainda a participação do produtor francês Jean Lamoot, conhecido por trabalhos com Salif Keita e Noir Desir.
Em ambos, Nneka se reveza rimando e cantando num estilo muito próprio. "Se tivesse que colocar em uma categoria, o primeiro disco é hip hop, afro hip hop e soul", afirma. "Já "No Longer at Ease" não sei como definir. É um CD repleto de diversidade e, ao mesmo tempo, muito pessoal. Fala de temas que me tocam muito seriamente. Diria que é louco."
E é por essa diversidade, certa dose de loucura e originalidade, que Nneka deve dar o que falar daqui para a frente.


Frases

"É um prazer ser comparada a Lauryn Hill, porque ela é alguém que tem algo a dizer. Você sente e ouve isso em suas letras"

"Escrevia sempre que sentia saudades da Nigéria. Era uma terapia contra a tristeza" NNEKA, cantora



ISSO É NNEKA

http://aftm.files.wordpress.com/2009/07/nneka202.jpg

AFROBEAT
Fela Kuti, o criador do afrobeat -ritmo que mistura jazz, funk e ritmos africanos-, influenciou artistas do mundo inteiro, e, especialmente, os de seu país, onde é praticamente um mito. Segundo Nneka, suas letras e posições políticas inspiraram a liberdade artística e de expressão de todos os nigerianos

RITMOS JAMAICANOS
Bob Marley, King Tubby, Lee Perry e outros bambas da música jamaicana também estão presentes na sonoridade da cantora, que passeia pelo reggae e o ragga com igual desenvoltura

NINA SIMONE
Além da atitude política, Nneka herdou da cantora norte-americana o perfil camaleônico; como Nina Simone, é quase impossível encaixar a nigeriana e um estilo

HIP HOP
O hip hop norte-americano é a referência mais marcante no som da cantora. Destacam-se a mistura de jazz, rap, r&b e reggae que marca o som do The Fugees -segundo Nneka, a primeira banda de rap que ouviu- e o jazz rap da extinta dupla Black Star, formada pelos MCs Mos Def e Talib Kweli.

LAURYN HILL
Ainda que recuse a comparação, Nneka tem tudo para ser a nova Lauryn Hill. Como ela, tem personalidade, atitude e tanto suas letras, quanto a sonoridade de suas músicas, passam pelas mesmas influências da diva norte-americana

TRIP HOP
A mistura de downtempo, jazz, funk, soul, rap e breakbeats criada por bandas britânicas como Massive Attack e Portishead também perpassa o som de Nneka -ainda que ela não reconheça essa relação



Crítica

Com várias referências, CD impressiona

DO GUIA DA FOLHA

Nneka é a síntese dos estilos musicais espalhados pelo mundo pela diáspora africana, e o melhor exemplo de como africanos e afro-descendentes têm muito em comum. O pensamento político delineado por seu conterrâneo Fela Kuti é grande influência para suas letras, que, no entanto, encontram no formato do rap norte-americano a melhor forma de expressão.
Foi ouvindo artistas como Fugees, Mos Def e Talib Kweli que Nneka conheceu o hip hop dos EUA, e a mistura de rap, r&b, soul e jazz feita por eles é marcante na sonoridade da cantora nigeriana.
Essa referência se destaca, principalmente, em canções como "Death" ou "Come with Me", cuja letra discorre sobre as agruras do povo que vive em sua cidade, Warri, região petrolífera que é alvo da exploração de grandes companhias.
Mas essa relação aparece como uma, entre muitas, e é preciso ouvir Nneka como algo novo e original. Impressiona a maneira como a nigeriana passa do soul ao reggae com igual desenvoltura, às vezes numa mesma música. Ou como, de repente, se torna uma legítima intérprete de música pop africana, evocando ritmos locais como em "From Africa 2 U".
É por isso que "No Longer at Ease" transcende gêneros: é rap, soul, funk, reggae, afrobeat (basicamente, black music).
Merecem ser destacadas a parceria com o DJ alemão Farhot e o produtor francês Jean Lamoot, que duplicam a voz da cantora com efeitos contundentes, como no hit "Heartbeat", na qual as palavras soam com a batida de um coração.
Nneka nega o rótulo trip hop -rebatiza o estilo como afro hip hop- denominação, que, aliás, faz todo o sentido. (AFS)


Myspace da Cantora Nneka


Videos

Nigeria - Nneka - Africans



Nneka - Heartbeat










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Download the mixtape here (zip file, 69 MB). You can also preview/stream the individual tracks here (Reverbnation).

Tracklist
1. Intro
2. To Be An African by JRox, Thugga, Dope G and Verbal Assasin
3. Live by Nfeeltraita
4. Another Day by Fecko tha Emcee
5. Serial Killah by Rapsom’ and G.A.B. (both of SoulJazz)
6. Sublime Freestyle
7. Eye For An Eye by Synik (Zimbabwe)
8. Well Well by Sacramento (He’s late now… R.I.P.)
9. Don’t Stop Playin’ by Dominant-1, The Holstar and Illuminate
10. Gone Away by Al Kani
11. Reminsce by MHP (of SoulJazz)
12. Floorgates Freestyle (Low Budget Mix) by Kyt
13. Swarthy Soul Skit
14. Eye For An Eye Part 2 by Synik, MHP and P-Rex
15. Modern Day Slavery by G.A.B., Suicide, Rapsom’ and eL-P
16. Skit
17. Bring It On by Dagreen, MHP and Syblime
18. Places I’ve Been by Da Nameless and Grandson
19. African Boy by Ik Sl!ck and partner
20. Ride Wit U by Dagreen and Slick da Soul Singa
21. Illest Brotha by G.A.B.(of SoulJazz)
22. Pure Love by The Holstar and Krytic
23. Calm by The Subjects
24. Outro

Bonus Track
25. Old News by Rapsom’ and MHP

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Sempre directo e sem rodeios foi assim que eu e o kore falamos acerca do seu trabalho, sem rodeios kore respondeu de uma forma descontraída e informal ao que lhe eu perguntava e o resultado está em baixo, um «big props to kore e para o norte!»


1. Kore, vou começar com uma pergunta super banal mas explica-me, com o é que isto começou?

Começou por volta de 2003/2004…muitas dificuldades financeiras, e nada de latas de qualidade…mas a malta safou-se e….cá estamos! ahahah

2. Tens alguma definição corrente de Arte?

Arte, é aquilo que eu quiser!

3. Kore tem alguma definição?

O ‘kore’ tem uma história engraçada. O meu primeiro tag foi ‘kayo’, completamente isolado não fazia ideia que já existia um, embora que do norte, mas já avançado na altura né…então passado um tempo já não me lembro quanto é que tomei conhecimento do kayo e optei por mudar de tag…então queria uma que tivesse quatro letras e que começasse com um K…então tirei e pus tirei e pus e deu em kore.



4. O que te fez aderir ao bodypainting?

Comecei com umas experiências com uma namorada…e olha…tou agarrado! ahahah

5. Não sei se tens conhecimento das novas latas "kobra", se tens qual é a tua opinião delas?

Conheço, mas ainda não pintei com elas.

6. Tags, são vandalismo?

Nada disso! Tags são uma qualidade preciosa de arte! Um pedaço de valor do graff…encham-me essas ruas todas de tags!

7. Em que sentido as tuas influências te ajudaram a ser o que és?

Na forma de preencher talvez, e em algumas formas em relação á simetria e dinâmica das letras.


8. O graffiti para ti nasceu onde, em que parte do mundo?

Pá..não vou disparar aqui um sitio…acho que se foi completando aos poucos por todo o mundo…ainda hoje esta em mutação…para sempre.


9. Em Portugal achas que o graffiti é bem representado?

Eu acho que sim…não somos nenhuma Alemanha ou etc claro, mas tamos a dar lhe como podemos.

10. Além do graffiti, o que te fascina mais?

O corpo feminino ahahah não vivo sem música. Também gosto bastante de viajar pelo país a dormir na rua e etc, e pintar claro.

11. magfolio... aprovado?

Aprovadissimo! Granda props boy!


12. Que podemos esperar de ti brevemente?

Brevemente assim mesmo brevemente, mais pinturas corporais…alguns fames….estou também a tentar organizar uma jam aqui para os meus lados, e claro na volta uns bombings largados por aí…

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Denéxl, nome artístico de Denérido Kudidissa, nascido em Luanda – Angola. Começou a sua carreira musical em 1998 quando apareceu no programa Era do Hip-Hop (programa actualmente inactivo), com o som Edição Completa, que teve a participação e produção de Airmack (Wave Gang, GMack). No mesmo ano integra o grupo Furious Boys junto de Kob Cruz, Nano Brag e Joy Cook. Em 1999 começa por fazer parte da clique Wave Gang junto de Airmack, Mad-Contrario, Mr. C vindo com eles a aparecer em palcos e rádios de Luanda.

A partir do ano 2000, decide com um dos membros da clique Wave Gang, Mad-Contrário, criar um duo aparte que se chamou e se chama Hemoglobina, tendo juntos lançado 4 projectos discográficos nomeadamente: Ep - Carnes (2000-2001); Mix Tape - Fogo Cruzado (2001); Compilação - A Recolha (2002); Single e o Álbum - Alegrias e Tristezas (2003).

No ano de 2007, encontrado-se em Moscovo – Rússia já a 4 anos como estudante, Denéxl edita o seu primeiro álbum a solo intitulado Dentro e Fora do Meu Quarto que teve a participações de Mad-Contrário, Ikonoklasta, WB, Edu-ZP, Dega, Verídico, P. Forever e produções de Mário Pinho, Mad-Contrário e do próprio Denéxl. O álbum cujos temas centrados são racismo, política social e amor e preenchido por 18 faixas, foi editado pelas produtoras "Volume produções" e "Forno" e distribuido pela Masta K.

Denéxl encontra-se já a trabalhar no seu segundo álbum, que ainda não tem titulo e nem data de lançamento. Enquanto isso, esta' ja' disponível para download um EP promocional que contem sons gravados por Denéxl durante o ano de 2003 a 2009 e que não foram editados.



http://i139.photobucket.com/albums/q315/luis_queiroz/denexl_linhas.jpg


Links:

http://www.mediafire.com/download.php?aizjoh2dnly


ou http://www.rapidspread.com/file.jsp?id=sixacu3wga



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Tracklist:
A Pedido Especial
Entrega Exclusiva
Flow Killa
Freestyle
Mais Duro
Punchlines Puras E Fatz
Puro e Clássico
Stomp Ya Yard

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Nascida na zona leste de São Paulo região de Sapopemba, o interesse por musica surgiu por influência da família, que faziam festas em casa, regadas a Black Soul e samba rock. Participava constantemente dos ensaios do Grupo de Samba do meu avô chamado “Redução de Jornada” que relatava o cotidiano dos trabalhadores de sua época e lutas por melhores condições de vida e trabalho. Aos 14 anos, através das rádios comunitárias da região ouvia alguns grupos de Rap ( Doctor..s Mcs, Potencial 3, Sistema Negro, Racionais, Consciência Humana, Dr. Dre, The Fugees e outros, a musica Eletrônica também fez parte da minha adolescência, gostava e muito de Jungle, que tinha muita expressão na zona leste. Aos 18 anos já morando na Bela Vista tive oportunidade de ser integrante de um grupo de Rap feminino chamado Aclive ( Bebel , Klaujah, Dane e Michele), chegamos a gravar 4 faixas com o produtor Quincas Moreira. Atualmente vivo na Baixada Santista, onde me deparo com um novo cenário e estou tendo novamente a oportunidade de me expressar musicalmente, contando com a Produção de Emerson.


Ouça os Sons Dela no Myspace


EMBREVE A MC PAMELOZA IRA NOS CONCEDER UMA ENTREVISTA..AGUARDEM...!
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Venho aqui o Single de lançamento do grupo SUBLIME, intitulado SIMPLICIDADE. O grupo tem recente formação no último semestre de 2009, formado pelo Dj Soneka (também dj do grupo Trilha $onora do Gueto) e os mc's Rodrigo Mendonça e Érry Jota.
Este é o primeiro som que foi gravado, mixado e masterizado por Duck Jam em seu estúdio, todos os scrathes pelo Dj Soneka.
Bom sem muitos detalhes o som pelo próprio nome já se define, ouçam e se puder opinem através de e-mail ou myspace.



SUBLIME - Simplicidade



Leia Matéria no blog Coletivo do portal MTV Brasil
www.mtv.com.br/coletivo
Agradecimentos em especial ao Pato (Duck Jam) que apostou no grupo, Kamau (pelo refrão acidental que ficou ótimo) e Munhoz.
Maiores detalhes e agenda você poderá acompanhar em nosso myspace ( www.myspace.com/rapsublime )
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Clipe da música Conselho de Marcelo Mira e D2

Versao Muito Lokaaa..loka msm...esta musica é uma versao de uma musica do grander Alrmir Guineto




Vídeo Clipe - Pentagono - Multicutural


"Multicultural" - Pentagono (DV) from Pedro Gomes on Vimeo.


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"Ô zica, a fita é a seguinte: entra na praça à direita, depois pega a primeira à esquerda e, por último, à direita de novo. Tem de fazer um 'Z'. Vamos decidir a parada hoje. Qualquer coisa, me liga." O roteiro chega pelo celular. É noite abafada, começo de novembro, quando deixo a porta da Escola de Samba Pérola Negra, na Vila Madalena, em São Paulo, reduto contemporâneo da boemia paulistana, rumo a um bairro vizinho. Da outra ponta da linha chega mais uma senha: "É pique rua de periferia, tem casinhas humildes". Nos quase dez minutos para percorrer as ruas da área oeste de São Paulo, um flashback: a conversa cara a cara prestes a começar, na verdade, era o desfecho de um debate iniciado três anos antes.

Ao apontar na "rua estilo periferia", encravada no bairro classe média, ninguém à espera. Chamo ao telefone e, em segundos, percebo pelo retrovisor surgir alguém vestido com uma camisa Adidas vermelha da seleção da Turquia, nº 17 às costas, calça jeans e tênis Nike. Sorrisão na cara, cabelo raspado, com um risco à la Mike Tyson, o homem pardo à porta é Pedro Paulo Soares Pereira, um dos mais intrigantes e importantes artistas da música brasileira ao longo das últimas duas décadas, dono de versos cujos ecos estão impregnados em todo o Brasil. O aperto de mãos é acompanhado do cumprimento com origem no candomblé, ombro a ombro. Pedro Paulo convida para entrar na casa dos seus amigos, onde ouve um som.

A voz de Jorge, então somente Ben, domina o ambiente. Vem de um computador. Ele canta "Lorraine" acompanhado de Tim Maia na gravação de um show em 1981. Pedro Paulo vibra, mas os acompanha discretamente. "Os dois são referências pra mim", reverencia. Ele teve o sonho, mas não conseguiu gravar com Tim. Nem com Wilson Simonal, outro ídolo. Mas tem orgulho de já ter dividido o palco com Jorge. Quando a música para, rompo o breve silêncio para perguntar se ele está mesmo decidido a falar e a finalmente aparecer sozinho na capa da Rolling Stone. "É a hora! Tenho coisas para falar. Querem me ouvir, vou falar."


Pedro Paulo se tornará quarentão em abril próximo. "Estou virando um tiozinho, mano." Antes de bater nos quatro ponto zero, ele surpreenderá novamente quem o escuta desde 1988, quando tinha 18 anos e entrou nos ouvidos de muitos brasileiros - por amor ou por ódio - com suas rimas. Pedro Paulo é Mano Brown, a mais importante, influente e respeitada personalidade do rap brasileiro, o piloto dos Racionais MC's, uma das vozes das periferias do país - posição rejeitada por ele, mesmo depois de ter guiado o único grupo nacional de rap capaz de vender 1,5 milhão de discos oficialmente no Brasil até hoje (sem contar outros cerca de quatro milhões na conta da pirataria). Mas aquele Mano Brown conhecido pelo Brasil "estava condenado a virar estátua, sem utilidade", como ele mesmo diz, na sua autodefinição.

"O Racionais parece ter uma cartilha a seguir e não fomos nós que a escrevemos. Foi a opinião pública. Somos reféns das palavras, mas não posso ser refém de nada, nem do rap. Vamos quebrar. Aquele Mano Brown virou sistema viciado, uma estátua óbvia demais. Pergunta tal coisa que ele vai responder tal coisa. Eu estava mapeado e rastreado", constata. Para registrar parte desta nova fase, foram quatro encontros e cerca de 15 horas de conversas mantidas ao longo de 11 dias do mês de novembro último, incluindo uma sessão de fotos - colada em uma outra sessão para ouvir algumas das novas músicas, ainda inéditas. Neste bonde estão o músico com formação clássica e compositor William Magalhães, filho do lendário Oberdan Magalhães, alma da fábrica de samba-soul-funk Banda Black Rio, e o rapper Marcos Dias Carneiro, o Dom Pixote, a quem Brown vez ou outra chama de Fiote. Antes de ter sido assassinado em alguma rua da Babilônia paulistana, o irmão mais velho de Dom Pixote o ensinou a ouvir Racionais. Para Brown, o talento de Pixote no rap é a vingança do irmão de sangue.

Cinco dias após o encontro no lado oeste, Mano Brown chega à casa da veterana fotógrafa inglesa naturalizada brasileira Maureen Bisilliat, no coração dos Jardins, bairro elitizado paulistano. Está a bordo de um Audi A3 preto. No bolso, uma onipresente escova de dentes.

Ele e a dona da casa se admiram. "Ela tem uma mente mil grau", diz. Sempre quando atraca por lá, faz questão de já saltar do carro e ir direto apertar as mãos dos trabalhadores da rua, os manobristas, os seguranças, os porteiros. "Gente que serve os bacanas" e gosta de sua música e de seu jeito.

Na cadeira de balanço da sala repleta de fotografias e peças de arte do Xingu, o rapper tenta organizar os pensamentos, milhares e difusos. "Tenho tanta coisa para falar, meu Deus do céu." Está de regata branca, tatuagens à mostra. Do antebraço esquerdo salta um mapa do continente africano. Do braço direito, uma cruz onde se lê "Provérbios 15-16-17". Ele já foi do candomblé e frequentou igrejas evangélicas. Hoje, diz não ter mais credo. Levanta, vai até o cinzeiro, apaga o cigarro. "Sou contra a religião. Porque virou empresa. Deus está nas pequenas coisas." A cruz na pele é a mesma estampada na capa do disco Sobrevivendo no Inferno, marco de 1998.



Você confere mais fotos e lê esta matéria na íntegra na edição 39, dezembro/2009
São Paulo e Rio de Janeiro: nas bancas a partir de 11/12
Outros estados: nas bancas a partir de 14/12

By Rolling Stone
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Lino Krizz (Real Família) lança novo disco intitulado “Divisor Of Waters – DUBS ONE”. Fala da carreira de mais de 20 anos com as mais variadas influências entre Música, Cinema, Teatro e Jesus Cristo. Confira a entrevista Exclusiva.

TODA VARIEDADE ARTÍSTICA NO DISCO QUE É UM “DIVISOR DE ÁGUAS”

Lino Krizz

“História memorável foi quando cantei junto com Jorge Ben Jor.(…) Expliquei a verdadeira história da Bossa Nova para o Doug Wimbish (Living Color)”
– Lino Krizz –

Parte integrante da Real Família (The XXL Company), compositor de mais de 300 músicas e cantor profissional desde os 13 anos de idade. Mais impressionante do que talento precoce e a voz grave marcante, é a versatilidade artística de Cristiano Natalino, mais conhecido como Lino Krizz.
E bota versatilidade nisso! Além da música, onde passeia entre os estilos, das baladas de amor ao Rap pesado e como ele próprio define, “com pegada forte”, Lino Krizz ainda consegue fazer aulas de interpretação para TV, Cinema e Teatro, e esteve em cartaz no musical “Tango Mulher”, como Ator e Diretor Musical.
Lino Krizz se converteu ao Evangelho há pelo menos 9 anos. Ele conta como esse fato determinante em sua vida se refletiu nas composições. Com forte influência de Soul, Bossa Nova, Funk dos anos 70 e Samba-rock, Lino Krizz é uma mistura sofisticada e brasileira.
Atualmente lançou o primeiro álbum solo, de uma trilogia, intitulado “Divisor Of Waters – DUBS ONE”, onde os títulos estão voltados aos milagres da Bíblia.
Confira a entrevista com o Lino Krizz ator e músico, um dos grandes articuladores do Hip Hop, onde relembra desde o início da carreira ainda criança, até os dias de hoje, com disco novo e adianta a agenda de shows. Sempre cercado de fé, talento e amor pela música de qualidade.

Monique B. – Lino Krizz, no início da sua carreira artística em 1987, com apenas 13 anos de idade, quem foi seu maior incentivador?

Lino Krizz - Eu desde criança já tinha dons para cantar e o meu incentivador foi meu tio que tem quase a mesma idade que eu, ele me avisou do concurso da Chic Show. Acredito também na influência divina, Deus já tinha um plano para mim.

MB – Como o Cristiano Natalino ficou conhecido como Lino Krizz?

LK - Foi com a minha primeira participação como cantor, com o grupo Rap Sensation, na música “Parabéns à Nação” em 1995. A partir daí, vieram os convites pra gravar com Thaíde e Dj Hum, 509-E, Nutropic (França), Mondo Grosso (Japão), Motirô, recentemente com a Banda Black Rio, Sandália de Prata e por aí vai!

MB – Quais são as suas principais influências na música, teatro e cinema?

LK - Na música, são inúmeras e passaria horas e horas dizendo quais são e porque, mas dentre as principais estão Jesus Cristo, Johnny Alf, Jorge Ben Jor, Chiquinha Gonzaga, Tim Maia, Burt Bacharach, Cassiano e José Feliciano. No teatro gosto muito de Juca de Oliveira, Ruth de Souza e Fernanda Montenegro. No Cinema, atores como Selton Mello, Lázaro Ramos, Antônio Pitanga, Zezé Mota…

MB – Você ingressou como músico/artista em 87, quando se lançou com seu irmão na dupla “Os Metralhas”. De lá pra cá, gravou com grandes nomes da cena nacional como Ed Motta, Sandra de Sá, Jorge Benjor, Falcão (O’Rappa), Seu Jorge, entre outros, além de artistas internacionais, como Living Colour, George Benson e Will. I. Am (Black Eyed Peas). Conte alguns fatos curiosos a respeito de algumas dessas parcerias, ou alguma história engraçada, memorável.

LK - História memorável foi quando cantei junto com Jorge Benjor; expliquei a verdadeira história da bossa nova para o Doug Wimbish (Living Color); gravei no CD do George Benson e com o Motirô; ganhamos o “Prêmio Revelação 2005 Multishow” com o videoclipe da musica “Senhorita”.

MB – Depois de projetos como Motirô, grupo fundado em parceria com DJ Hum e
também o grupo Gueto Jam, qual o balanço que você faz da sua discografia?

LK - Como sempre foi: diversificada, com pegada forte, baladas de amor com letras profundas e independente do estilo, com a marca Lino Krizz.

MB – De que forma o fato de você ter se convertido ao Evangelho, há pelo menos nove anos, influenciou na sua musicalidade?

LK - Em tudo!!! Na forma de cantar e escrever principalmente. Hoje sou muito mais positivo e tenho temor e noção de quem me emprestou o dom.

MB – Mais recentemente você acaba de lançar um trabalho solo inédito. O que pode nos falar em termos de sonoridade e título?

LK - Quanto à sonoridade está muito mais maduro, seguro e com a identidade que define o que é Lino Krizz na sua mais pura essência. Esse álbum foi planejado sem pressa e com todas as influências musicais possíveis. Quanto ao título, “Divisor Of Waters – DUBS ONE”, é o primeiro CD desta trilogia, em que os títulos estarão sempre voltados aos milagres da Bíblia, com os elementos naturais do planeta e mantendo uma sonoridade brasileira forte. O título está em inglês mesmo, pois é uma língua universal e quero aproveitar esse momento globalizado!!(Risos).

MB – O que seu público pode esperar desse novo trabalho a respeito de temas abordados e principais participações?

LK – Quanto aos temas, podem esperar no mínimo…VERDADE!!! O som, repertório, produção, arranjos, capa foram feitos com carinho, foram pensados e repensados incansavelmente. Quanto às participações, chamei os camaradas mais próximos, que fizemos história e que tinham tudo a ver com o contexto em cada canção. Não só as participações, mas todos os músicos, sem exceção, vieram pelo prazer de fazer boas canções.

MB – Tem previsão de shows, agenda de eventos com o lançamento desse novo disco?
LK - O lançamento oficial do disco está previsto para o início de 2010 depois das festas. Mas quem quiser curtir o show do Lino Krizz pode ir ao Geni nos dias 12 e 19 de dezembro, (Rua Bela Cintra 539, Consolação -SP).
Dia 07 de Janeiro no Rey Castro de São Bernardo do Campo (Av Antártico, 90 – Jardim do Mar) e no dia 12 de Janeiro no Rey Castro da Vila Olímpia (Rua Ministro Geni – Rua Bela Cintra, 539 – Consolação – São Paulo – SPJesuíno Cardoso, 181).

MB – Onde e como seu novo álbum estará disponível?

LK - Quem quiser comprar o CD pode ligar para (11)7215-3405 – Falar com Nanah (Lino Krizz Ent.). Pode comprar também nas galerias da 24 de Maio, nas lojas Tony Hits, Gordu’s Discos, Magica do Hip Hop, Flórida e Porte Ilegal. Pela Internet no UOL Megastore, Sonora, Fun Station.

MB – Considerações Finais:

LK - Para quem aprecia boa música, vai um prato cheio!!! Fiquem todos na Paz do Senhor.

Contato – Lino Krizz
(55 11) 7215-3405 – www.linokrizz.com.br
Myspace – www.myspace.com/linokrizz
E – mail: contato@linokrizz.com.br

Por Monique Barcellos


Fonte:
xxl.com.br
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Enquanto Não Sai O Muito Aguardado "M.Q.Q.F 5",O Rei Da Ls"Alimenta" As Ruas Com Mais Uma Mix Tape. Essa É A Continuação Do Impakto 3.

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Dezembro De 2009:
Mais Quente Que Fogo 5.


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SINATRA - EM TODO O LUGAR (DIRTY)

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por Michely Marques Vendramine*

Atualmente a reflexão de como os afro-brasileiros estão inseridos no território nacional, dá-se apenas quando se comemora o dia da Consciência Negra. A tarefa fundamental do Estado consiste em superar as desigualdades sociais e regionais, devendo instaurar um regime democrático que realize a justiça social; logo, demonstra-se a finalidade do Estatuto da Igualdade Racial, o qual visa tratar de forma isonômica os hipossuficientes étnicos, a fim de equilibrar e harmonizar tamanhas desigualdades e injustiças vividas nestes 500 anos de história no Brasil, onde muitas barbáries e atrocidades foram praticadas contra os negros

Encontra-se na Câmara dos Deputados para ser examinado o Projeto de Lei aprovado pelo Senado Federal n.º 6.264 de 2005, que institui o Estatuto da Igualdade Racial. A população afro-brasileira clama para que o Estado Democrático de Direito intervenha e exteriorize os direitos fundamentais através de políticas afirmativas, a fim de cumprir os objetivos da República Federativa do Brasil. Percebe-se que a própria Constituição Federal confere efetividade imediata a tais direitos.

Porém, doutrinariamente estas normas são consideradas de eficácia limitada, ou seja, necessita de complementação, pois por si só não possuem elementos necessários para garantir os efeitos imediatos; a exteriorização destes se dá através de lei especial. O princípio da Igualdade é um exemplo, uma vez que para garantir a efetividade conferida, é necessária a promulgação do Estatuto da Igualdade Racial a fim de combater a desigualdade no país.

O filósofo político e historiador italiano Norberto Bobbio exemplifica: "O que dizer dos direitos de terceira e de quarta geração? A única coisa que até agora se pode dizer é que são expressão de aspirações ideais, às quais o nome de "direitos" serve unicamente para atribuir um título de nobreza. Proclamar o direito dos indivíduos, não importa em que parte do mundo se encontrem (os direitos do homem são por si mesmos universais), de viver num mundo não poluído, não significa mais do que expressar a aspiração a obter uma futura legislação que imponha limites ao uso de substâncias poluentes.

Mas uma coisa é proclamar esse direito, outra é desfrutá-lo efetivamente. A linguagem dos direitos tem indubitavelmente uma grande função prática, que é emprestar uma força particular às reivindicações dos movimentos que demandam para si e para os outros a satisfação de novos carecimentos materiais e morais, mas ela se torna enganadora se obscurecer ou ocultar a diferença entre o direito reivindicado e o direito reconhecido e protegido. Não se poderia explicar a contradição entre a literatura que faz a apologia da era dos direitos e aquela que denuncia a massa dos "sem-direitos".

Mas os direitos de que fala a primeira são somente os proclamados nas instituições internacionais e nos congressos, enquanto os direitos de que fala a segunda são aqueles que a esmagadora maioria da humanidade não possui de fato (ainda que sejam solene e repetidamente proclamados). O país indenizou as vítimas do período da Ditadura Militar, soldados que participaram na Itália da Segunda Guerra Mundial e até mesmo aos senhores de escravos quando da promulgação da Lei Áurea.

E os negros? Quando serão ressarcidas as vítimas de um crime imprescritível? Portanto, é chegada à hora do acerto de contas, sendo muito melhor para o Estado implementar ações afirmativas a ter de indenizar 49,8% de seus habitantes. O Estatuto da Igualdade Racial observa os seguintes princípios constitucionais: legalidade, não discriminação, dignidade da pessoa humana, proporcionalidade, o qual promove maior equilíbrio à sociedade, onde todos terão oportunidades similares, a fim de intervir com seu contrapeso; e por fim o princípio da igualdade, haja vista que constitui o fundamento da democracia. Aristóteles vinculou essa ideia à JUSTIÇA "de maneira a tratar igual aos iguais e de maneira desigual os desiguais".

Uma dívida com os afro-descendentes

E m meados do século XVI, os negros foram trazidos para o Brasil e distribuídos por todo o país. A viagem da África era uma verdadeira tragédia; os negros vinham amontoados e acorrentados, durante meses, nos porões dos navios negreiros.

Durante os 300 anos de escravidão, estima-se que 3.600.000 negros foram retirados da África e trazidos às terras brasileiras entre os séculos XVI e XIX, segundo os cálculos do historiador Afonso de E. Taunay, que forneceu escravos africanos desembarcados no Brasil. Teriam sido: 100.000, no XVI; 600.000, no XVII ; 1.300.000, no XVIII e 1.600.000 no século XIX.

Cerca de 40% dos negros faleciam durante a viagem, muitas vezes em decorrência de naufrágios por excesso de carga. Quando chegavam ao Brasil, os escravos eram colocados à venda nos mercados; ficavam à mostra, em exposição, e eram examinados minuciosamente pelos interessados. O escravo era tratado como se fosse uma mercadoria, valia menos que um animal. A s famílias não eram respeitadas. Já no mercado, era comum a separação de pais e filhos, maridos e mulheres, os quais podiam ser vendidos a diferentes compradores. A escravidão prejudicou muito o relacionamento familiar, afetivo e tribal entre os escravos.

Com o surgimento de leis que protegiam os indígen as, propagou-se o tráfico negreiro. Os afro-descendentes trabalhavam de sol a sol nos canaviais, nas moendas, nas caldeiras, em condições extremamente duras. O trabalho nos engenhos era tão pesado e a alimentação tão precária, que a vida útil do escravo não passava de dez anos, de forma que seus filhos os substituíam desde cedo. Sobre o assunto Joaquim Nabuco afirmou: "É sabido - dizia Eusébio de Queirós em 1852 na Câmara dos Deputados - que a maior parte desses infelizes são ceifados logo nos primeiros anos, pelo estado desgraçado a que os reduzem os maus-tratos da viagem, pela mudança de clima, de alimentos e todos os hábitos que constituem a vida."

Qualquer deslize que os negros praticassem era punido com a máxima severidade. Os castigos impostos a estes eram os mais desumanos possíveis. Era comum seus algozes açoitá-los até que suas costas e nádegas ficassem em carne viva, colocando-se sal nas feridas a fim de prolongar a dor, visando fazer com que o castigo jamais fosse esquecido. Tais brutalidades e humilhações ocorriam em plena praça pública, onde, além desses castigos, se impunha outros mais rigorosos, em que se utilizavam aparelhos de tortura


Caráter temporário

A lei considera apenas a igualdade entre os indivíduos e não a igualdade entre grupos (étnicos e sociais). Em razão disso acaba por gerar mais desigualdades e propiciar a injustiça, impondo ao legislador a elaboração de leis especiais para conferir maior amparo àqueles que estão em prejuízo. O Estatuto da Igualdade Racial é um exemplo típico.

O presente estudo possui como fundamento a pesquisa realizada em 2008, pelo Instituto de Pesquisa Aplicada- IPEAEA, a qual comprova que 49,8% da população nacional é afro-brasileira; e em relação ao índice de analfabetismo, família amparadas pela Previdência e Assistência Social, empregos domésticos remunerados e demais desigualdades em todos os âmbitos sociais as vítimas são os negros.

Por fim, a pesquisa demonstra a eficácia da intervenção do Governo Federal ao promover políticas de amparo da população brasileira. Tal medida já retirou aproximadamente 6,5 milhões de brasileiros da pobreza, sendo a maioria negra. O projeto de Lei que institui o Estatuto da Igualdade Racial confere amparo ao "hipossuficiente econômico", e for derradeiro o "hipossuficiente étnico: afro-brasileiro". As ações afirmativas promovidas pelo Estado, terão caráter temporário, uma vez que servem como paliativo; a solução para combater a mazela nacional, depende em investir na educação. Caso o Poder Público permaneça inerte, além de quedar-se negligente desde a abolição desumana da escravidão, os problemas sociais, dentre eles a violência, permanecerão incontroláveis.

Longe da opressão que os cercava nos engenhos, reavivando as tradições, crenças e costumes africanos, os quilombolas viviam livremente. Zumbi era o líder do Quilombo dos Palmares onde lutava incansavelmente contra as investidas de seus opressores. No dia 20 de novembro de 1695, os palmarinos não conseguiram resistir aos armamentos que os cercaram, sendo dizimados em um dos maiores massacres da história nacional.

Traído por um de seus companheiros, Zumbi foi capturado por André Furtado de Mendonça, o qual cortou a cabeça do valente guerreiro negro, levando-a para Recife. I niciou-se no século XIX, o movimento abolicionista. Vários jornais estampavam em suas páginas o clamor pela liberdade.

Os intelectuais, os políticos e os poetas como Joaquim Nabuco, José do Patrocínio, Ângelo Agostini, Castro Alves clamavam por justiça e por resgate. Na campanha pela extinção da escravidão, alguns intelectuais se destacaram, como Castro Alves, que afirmava ser a escravidão uma mancha na honra nacional a ser lavada sem perda de tempo. O Brasil foi o último país independente do ocidente a abolir o regime da escravatura, só o fazendo por pressão: o governo inglês, a mão de obra imigrante farta e barata, a recusa do exército brasileiro a fazer o papel de capitães do mato, o apelo da Revolução Francesa mundo a fora, foram fatores determinantes para o fim da escravidão.

A Lei Eusébio de Queirós, a Lei do Ventre Livre e a Lei dos Sexagenários precederam a tão aclamada lei que "de fato aboliu a escravidão": A Lei Áurea, decretada em 13 de maio de 1888 pela Princesa Isabel. Ora, tal legislação não foi eficaz para garantir aos negros os direitos "fundamentais" no Estado Democrático de Direito; eles saíram com uma mão na frente, outra atrás e um tremendo preconceito nas costas.

O governo brasileiro deveria ter estendido, aos filhos dessa terra "afro-descendentes", os mesmos direitos conferidos aos estrangeiros que vinham para o Brasil, nesse período; assim, os problemas sociais não teriam se agravado tanto e prejudicado toda a nação. Ao longo dos mais de 300 anos em que houve escravidão no Brasil, os negros foram os responsáveis por boa parte da riqueza acumulada no país. E o que os mesmos receberam em troca? Nada.

Naquele tempo, os maus-tratos, os castigos, a doença e a morte; atualmente, seus descendentes recebem o preconceito, a discriminação, a desigualdade dentro da sociedade que ajudaram a construir

Michely Marques Vendramine é pesquisadora, conciliadora e secretaria do Juizado de Conciliação do Tribunal de Justiça de Minas Gerais em Governador Valadares/MG e formanda do curso de Direito da Universidade Vale do Rio Doce com vários artigos científicos sobre as consequências da Abolição da Escravatura Inobservada


By Site Revista Raça Brasil

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Titi Freak tem 33 anos e é um mestre do desenho. Sua ascendência é japonesa e sua base é o manga, com o qual trabalha desde os 13 anos. Ilustração, graffiti, io-iô e moda são seus ambientes preferidos. E ele não esconde toda essa mistura no seu estilo east meets west. Além de telas elaboradas e ricas em detalhes, Titi gosta de explorar superfícies curiosas e expressivas como, por exemplo, uma mesa de bar ou uma porta de garagem.

Dos 13 aos 20 anos, ilustrou. Desde então, o senso de estilo, a habilidade como ilustrador e o profissionalismo adquiridos, o manteve sempre em atividade, trabalhando como designer gráfico e ilustrador. Colaborou intensamente com várias agências de publicidade e muitas marcas como MTV Brasil,Ellus Jeans, Adidas, Eckó, Adidas,Converse AllStar, Ezequiel e Nike.

Titi freak conheceu o graffiti só em 1995, mas percebeu que era o ambiente ideal para se livrar das amarras e vícios que os anos de briefing haviam impingido ao seu trabalho. Nas ruas de São Paulo, Titi Freak pode integrar a excelência técnica do seu desenho ao espírito de improvisação que a cidade impõe. A troca foi justa: Titi soltou o traço enquanto o graffiti paulistano ficou mais sofisticado.

Mais informaçoes, e um belo portifólio, dividido em rua, design e arte, podes conferir no site oficial de Titi Freak

www.tfreak.com



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Nascida na zona leste de São Paulo região de Sapopemba, o interesse por musica surgiu por influência da família, que faziam festas em casa, regadas a Black Soul e samba rock. Participava constantemente dos ensaios do Grupo de Samba do meu avô chamado “Redução de Jornada” que relatava o cotidiano dos trabalhadores de sua época e lutas por melhores condições de vida e trabalho. Aos 14 anos, através das rádios comunitárias da região ouvia alguns grupos de Rap ( Doctor..s Mcs, Potencial 3, Sistema Negro, Racionais, Consciência Humana, Dr. Dre, The Fugees e outros, a musica Eletrônica também fez parte da minha adolescência, gostava e muito de Jungle, que tinha muita expressão na zona leste. Aos 18 anos já morando na Bela Vista tive oportunidade de ser integrante de um grupo de Rap feminino chamado Aclive ( Bebel , Klaujah, Dane e Michele), chegamos a gravar 4 faixas com o produtor Quincas Moreira. Atualmente vivo na Baixada Santista, onde me deparo com um novo cenário e estou tendo novamente a oportunidade de me expressar musicalmente, contando com a Produção de Emerson.


Ouça os Sons Dela no Myspace
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Diz.Para é um grupo de rap oriundo de Santo Tirso (Porto ;p ) e acabam de disponibilizar no seu MySpace o mais recente trabalho, com o título "Aqueles & Aquelas". Este projecto é constituito por 4 faixas. Faz Download






1. Aquelas 2. Aqueles 3. Ela 4. Eles

DOWNLOAD HERE !!



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Nelson Triunfo, João Break e Marcelinho
Nelson Triunfo, João Break e Marcelinho

O programa Manos e Minas, da TV Cultura - em reportagem é de Zeca MCA - trouxe um pouco da história da cultura Hip-Hop em São Paulo e seus primeiros passos no Brasil. Através de entrevistas com personalidades como Nelson Triunfo, João Break, MC Jack e Marcelinho Backspin - precursores do "movimento" durante os anos 80 - e filmagens originais de época, o programa mostra os primeiros passos da cultura de rua na capital paulista.

By Central do Rap

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"Passa o Mic Brasil" veio para ficar. E desta vez temos os rappers DG, Jimmy Luv, Eazy Kaos, Markão II, Daddy B e Anão mandando suas rimas, confira:



Passa o Mic Brasil com participação de DG, Jimmy Luv, Eazy Kaos, Markão II, Daddy B e Anão...
Para mais informações ou se você tem interesse de participar dos próximos envie e-mail para :
passaomic@gmail.com - Baixe o áudio em MP3 - CLICK AQUI
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Depois da mixtape "O Requinte do Plebeu", KBSSA lança a mixtape "O Melhor Tá Por Vir", com colaboração de vários produtores do Brasil e da França como: KB.LO (Senaberat) (RN), ADR (BA), Jeeblaxx (FR) entre outros. Na mixtape, KBSSA presta homenagem a sua maior referência na música mundial, o rei do pop Michael Jackson e ao eterno Sabotage.


By Central HipHop
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O grupo que recebeu o prêmio de Melhor Demo da Década (HUTUZ 2009) , acaba de lançar um novo single.


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http://4.bp.blogspot.com/_T68MSyMQXl8/StR_CBSRD3I/AAAAAAAACuI/CNiCaInxLMs/s400/favela14.JPG

Periferia tem festa, tem alegria, tem curtição. Quem pensa que na periferia só tem tráfico, violência e sofrimento, é porque nunca viveu ou conviveu na periferia. Ndee Naldinho é daqueles rappers que são o verdadeiro estilo favela. Ele canta o que vive. E por isso, não há hipocrisia.

Não há nada mais periferia do que rap e samba. Ndee Naldinho resolveu reunir os parceiros do grupo Art Popular e juntos gravaram A Arte do Gueto. Ele queria fazer uma música em homenagem ao rap e ao samba e convidou o Art Popular para participar. “Gravei com o Art Popular, porque vejo neles uma identidade com o povo do gueto e também porque sou amigo do Marcio. O convidei por ele representar na voz, no profissional, e é uma boa pessoa... O Marcio é um mano que gosta de rap nacional. Convidei alguém que tem identidade musical com o gueto. Art Popular é um grupo, na minha visão, que fala de amor, de diversão, e isso é algo que a periferia curte sim!!! Nessa música nós estamos exaltando o rap e o samba que são um patrimônio do nosso povo. O rap e o samba são do gueto, são de pessoas de origem do povo bom trabalhador, povo que luta para conquistar e por isso eu convidei e gravamos com a Art Popular, com muito orgulho”, declara o Preto do Gueto.

A criação musical teve inicio com algumas idéias que Naldinho tinha em mente. A intenção, desde o começo, era fazer um som que tivesse a cara do Partido-alto - que é um tipo de samba mais raiz. “Queria fazer um rap com samba que tivesse a cara do samba de partido-alto, com percussão e uma batida que mostrasse a base do rap rolando junto com o samba com muito swing de samba de roda, samba de bar, coisa desse tipo... O mais o importante, acredito que tanto paro o Márcio quanto para mim, é que fizemos uma homenagem a dois estilos musicais que realmente representam a periferia... O rap e o samba.

A mistura de rap com samba não é novidade no rap nacional. E para Naldinho, essa mistura nunca vai ser mal vista. “Isso já se faz há tempos, essa mistura do rap e do samba nunca vai ser mal vista, pois é como eu disse antes... O rap e o samba representam a periferia, tem identidade com nosso povo, eu só fiz algo mais pro estilo da pegada de partido alto porque eu curto muito samba antigo e tem mais a cara da quebrada, mas já existem no nosso Brasil muitos que fazem isso também”, comenta o rapper.

O novo disco de Ndee Naldinho está em fase de finalização e será lançado em fevereiro de 2010. O Portal Rap Nacional vai trazer em primeira mão todas as novidades sobre o novo álbum, em uma entrevista exclusiva que vamos fazer com Ndee Naldinho.



Download:
Ndee Naldinho (part. Art Popular) - A Arte do Gueto

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"E, é desta forma que surge a 3ª edição da TriboZoo Records. Mais uma Mixtape quente, com cheiro a rastilho, que certamente será acesa pela tua audição e aí concluirás que esta bomba rebenta mesmo. Puto Sano, o apresentador de FAXABOR, o homem por detrás deste projecto.

E Puto Sano não pára, o pensamento rola a mil, as ideias fervem e o homem constrói. FAXABOR vem como um raio das trevas, Puto Sano “larga trovões com chuva ácida”, escrita corrosiva, flow explosivo, voz abrasiva e uma atitude, uma garra destemida.

O mestre de FAXABOR, Hass a.k.a El Puto Sano a.k.a Flow Bolt, o nigga da Feira traz a realidade nua e crua, vem com o relato fidedigno do que o rodeia aliado a uma técnica brilhante. Por isso, FAXABOR de fazerem o download da Mixtape, com a garantia de vos deixar de boca aberta. Ah, nós possuímos livro de reclamações, sendo assim, não têm nada a perder. Ehehehehe… "

É com orgulho que vos presenteio este Natal com, FAXABOR.

Por

Tribozoo Records




SACAR:
http://rapidshare.com/files/317117913/-_PutoSano_Apresenta_TriboZoo_Faxabor___-_Puto_Sano__MIXTAPE_2009_.rar





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Nome: Jorge Paim

Boy G a.k.a. Callaway

Idade: 26 anos

Data de Nascimento: 19/01/1983

Natural: Luanda

Município: Cazenga


A minha paixão pelo rap começou quando pela 1ª vez vi os Kriss Kross na TV, em 1993, isto quando tinha os meus 10 anos de idade, queria ser como um deles: Dady Mac ou Mac Dady. Assim imitava a forma deles de vestir, andar e cantar, só não usava tranças porque não era permitido.


Fui brincando de cantar e mais brincadeiras conseguiram criar algo que quase toda gente cantou:


“Eu fui a discoteca sem complicar com meu chapéu de marca e bota militar”

Foi em 1995 dia 11 de Novembro, que pela 1ª vez cantei essa musiquinha numa maratona em alusão aos festejos da nossa independência, fui chamado pelos meus vizinhos que faziam parte da organização, porque já tinham conhecimento da música.


O pessoal curtiu, aplaudiu, e a partir daquele momento o pessoal me incentivava a continuar. Daí fui escrevendo mais músicas que por vezes perdiam-se porque não tinham fim.


Em 1998 quando fazia a minha 8ª classe na escola Óscar Ribas, fui participando em certas actividades da escola, cantava, dançava, criava jograis, poemas e poesias, estava sempre ligado ao poetismo, e fui aumentando assim a minha capacidade de compor e cantar.


Fui fazendo Freestyle na escola e na rua, e finalmente batalhas de rompimento, que por sinal fui sempre bem sucedido, mas fui tendo problemas na escola e com os meus familiares, que acabaram por entender, porque eu tenho esta cultura no sangue.


A partir do ano 2002 até hoje tive momentos felizes e marcantes na minha vida que são:


No ano 2002, dia 21 de Dezembro estive na 1ª final do Concurso de Freestyle do programa Big Show Cidade Sprite, e consegui o 2º lugar.


No ano seguinte (2003), voltei a participar e felizmente consegui rectificar o erro cometido no ano anterior e venci o concurso.

Desde então tive várias propostas de várias produtoras, e por fim em 2006 fiquei pela So Much More Records, gostei as regras e assinei o contrato.

Em 2008 comecei as gravações do meu álbum de originais “Puro do Gueto”, em Setembro do mesmo ano fui galardoado com o diploma de mérito da JMPLA do Município do Cazenga como jovem musico que enaltece a cultura e o nome do município, ainda em Outubro do mesmo ano lancei o meu primeiro single promocional, do qual podemos destacar as musicas “Puro do Gueto”,Tamanho da fonte“Miss” e “Cabeças”.

Seguido de varias aparições públicas, televisivas e radiofónicas a promover o meu álbum previsto a ser lançado este ano sob o título Puro do Gueto”.



Sobre o álbum:



O álbum totalmente gravado em Angola nos estúdios da So Much More Records, misturado e masterizado emMiami, USA nos estúdios Miami Beach Recording, conta com participações de Negro Bué, Nicol Ananás, Kalibrados, Edmazia, Kyara, Sandra Cordeiro, Lil Boy, LC, Ruzenox, Leo-Mi e Rap-Ases”. Com as a produções deDji Tafinha, LC, MG, Alton Ventura e Big and Small, uma produção executiva da So Much More Records.


PS: Actualmente com o vídeo da musica que da titulo ao álbum “Puro do Gueto” gravado.


Novo Single promocional para download "Mô Ganha Pão" com a participação de Vui Vui e Laton (Kalibrados) produção de LC.


Álbum a ser lançado no próximo dia 27 de Dezembro no Parque da Independência, venda e sessão de autógrafos.


Baixa Novo Single:


Boy G - Mô Ganha Pão Feat. Vui Vui e Lanton (Kalibrados) Prod. LC pela So Much More Records


Por

www.somuchmorerecords.blogspot.com

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O mais novo grupo musical DIPLOMÁTICOS, composto por 4 (quatro) elementos: INDY BRAGA, TUCHO MILLION, AKA BILL e MARIO DIP. Residentes em Luanda, o grupo agregou-se no ano de 2007 / 2008, inicialmente com o intuito de aprendermos música e conhecermos pessoas no meio.

Quanto mais aprofundamos os nossos conhecimentos, mais nos apaixonamos pela arte. E com o passar do tempo, cresceram as nossas expectativas, as nossas ambições, o que nos impeliu a gravar um Álbum Discográfico para partilharmos com os outros o nosso trabalho, pois a base de um artista é a partilha.

O nosso objecto de criação principal é a nossa cultura, o povo que nos tornou o que hoje somos. São essas pessoas, as suas crenças e os seus valores que nos impelem no acto de criação. A riqueza dos sons, das cores, dos sabores… A força com que este povo abraça o mundo é para nós o centro.

Tendo em conta que Diplomacia é a arte e a prática de conduzir as relações exteriores ou os negócios estrangeiros de um determinado Estado ou outro sujeito de direito internacional. Geralmente, é empreendida por intermédio de diplomatas de carreira e envolve assuntos de guerra e paz, comércio exterior, promoção cultural, coordenação em organizações internacionais e outros


então nossa pretensão é actuar como verdadeiros diplomatas mas na música, de formas a fazer chegar as nossas músicas em todos os pontos possíveis do mundo, sem fronteiras e sem limites. Também manter a boa relação entre os músicos (paz e feedback), tal como na Diplomacia.


Brevemente o lançamento oficial do single promocional ‘A PEÇA QUE FALTAVA’ do álbum ‘MISSÕES DIPLOMÁTICAS’. Comporta 5 faixas musicais inéditas e participações de Laton (Kalibrados), Loromance aka Nice G, Osvaldo Braga, Mad Kontrario, Mallaryah (DreamBoyz), Abidy Fada e KillaFox. Temas que retratam mensagens de amor, humor, quotidiano e reflexão.


Uma colaboração de Double S pela So Much More, Mad e DH pela X10 Recordz, Pedro Quintas pela Misand Lda e Eterninho pela Eterninho Entertainment.

DIP 4EVER

DIPLOMÁTICOS - NOVA MARCA (SLASH DESIGN)








Faz download de várias músicas do Grupo nestes links


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Planeta Suel|Myspace|

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Toque é o primeiro single extraido do álbum Introspectivo, do mc Zero, oriundo de Braga. Faz download.




DOWNLOAD HERE !!


O álbum Introspectivo já se encontra à venda desde o dia 1 de Novembro e tem as participações de Alado, Maze, Dj Bandido, entre outros.

Visita o MySpace de Zero

www.myspace.com/mczerobraga



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00 Dj BulldogVinheta UHHD
01 olecraM - Sweet , Paulinha e Naty mc - novos elos
02 Will - Elo da corrente - Rádio Boomshot
03 Gisele - SNJ - amor sentimento abstrato
04 Marilia - Kamau - Amar e
05 Tim - Flora Matos - Mundo Pequeno
06 Sarah Gaby - SP Funk, RZO & Sabotage - Enxame
07 Israél - Sp Funk - Cuidado
08 Mateus - Mizurissana - Dragão Mimado
09 Daiane - MV Bill - Só Deus Pode Me Julgar
10 Nega Chris - Camorra - Role
11 Jordan - Lourdes da Luz - Liricistas
12 Sheylloka - Pentagono - É o Moio
13 Denis killah - Conexão do Morro - Viver no Gueto
14 Panda - Boca do Lixo - Bem Vindo as Ruas
15 Ca Locaro - Projeto Manada - Gris
16 Fabiana - Dexter feat. Mano Brown - Eu Sô Função
17 Edson Lacir a.k.a Edinho - Emicida - e.m.i.c.i.d.a
18 Baqueta - South Brothers Crew - Bom trabalho (Prod. Hurakan LAB:01)
19 Flavio - Flavio XL - Momentos de Verdade
20 Ricardo - Nel Sentimentum - Meu Processo
21 Alemão - Pavilhão 9 - Apaga o Baseado
22 Ricardo - MD2 Marechal e Aori – Sabado Zueira
23 Vansaum - Stefanie - Minha Parte
24 Otavio Coelho - Fluxo - Proeza
25 Paulo Black - Cabes - Diga Sim
26 Lucas - V.N. - Esperança que nos Guia
27 Edinho - Dominantes - Época de Epicos
28 André - MV Bill - Aqui Tem Voz
29 Dghé - Sabotage - Dama Tereza
30 Dú - Zorack, Elo Da Corrente, Quinto Andar - Entre Amigos
31 Rodrigo Weber - Anexos - Na Caixa do Som
32 DG - E.m.i.c.i.d.a - Ela Diz
33 Brenda - Karol Conk - Marias
34 Mauricio - RZO - Role na Vila
35 Sarara - Farley - Esteriotipo
36 V-Rap - Idioma - Meu Comportamento
37 Rap Rasta Lion - Familia - 4 Vidas
38 Bonus Track 1 - Rua de Baixo - Fumo e Vortemo
39 Bonus Track 2 - Partum Kamau Rick - Dominium remixus




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Mensagem Real - Victor Duarte feat. Greenspark & Marley (prod by Marley Music)
- Zona Norte ENT -
- Directed By Marley Lima -
- Album: Rima Clandestim

www.myspace.com/victor1duarte
www.myspace.com/cvmarley
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