AQUI VOCE ENCONTRARA,RAP,R'B,SOUL,PANDZA,FUNK,KUDURO,REGGAE,DANCEHAL ENTRE OUTROS. "BLOG TOTALMENTE VOLTADO AO HIP HOP E SUAS VERTENTES"




Koletânea Hip Hop Kriolo é uma coleção de musicas rap feito por caboverdianos, feita por mim.
Algumas são mais clássicas outras new shits, e quem curte rap com certeza vai curtir bwe!

Tracklist:
*Ceu Vazio - Shade B [2008 - Best Of]
*Ritmo di G's - Mentis Afro [2009 - Mundo Infernal]
*Aguenta Presson Solo - Ghoya [2009 - 1 Vida Só Ka Ta Tchiga]
*Ardcore - Jay feat mista Badia, Chullage e NP [2006]
*Assassino dja bem - Assassino [2007 - Tha Mix Tape vol.2]
*brob Sim - Karaka [2007- Best of karaka]
*Dexa Pega Lumi - Bullet Movement
*Dexa di Drama - Jarul [2009 - Laboratóriu]
*É nós Bez - Detroit [2008 - Manti mo nha pai]
*Fazenda - central Side [2008 - Certificado di Hip Hop]
*Like a Star - D Boss [2009 - Nha Verson]
*Manera Simples di fala di Bó - republica feat Eder Xavier
*Na es Jogo - Mito [2006]
*Tarrafal ké nha zona - Nay-Z feat Marito[2008]
*Nunca tcha d'snha - Double HB [2009]
*preço di Vida - NOS [2008 - ministros de Educa-Son]
*Si tudo dja caba - Rapaz 100 Juiz [2007 - United States of Assomada]
*persiguiçon - Sheiny feat Marito e Gianny [2008]
*thug Luv feat Maisa - West sidE
*Criança - The Ghost unity [2007 - The Ghost Album]


Koletâneo por Dr G
HHK
www.hiphopkriolo.ning.com


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"Nca creu +" é um rnb kriolo que faz parte do novo disco de S & Ivanilson. Eles tem uma predileção para o zouk love, mas neste álbum trouxeram nvidades, misturando, combinando o estilo deles com o rap, rnb e ragga. Vale a pena conferir!

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MC Ralph é jornalista, pesquisador musical, compositor e improvisador. Trabalha a três anos na rádio 107,7 FM - a única rádio educativa do Vale do Paraíba. É MC desde 1999 - e já lançou dois álbuns: “Gírias nacionais” e “No fundo do baú”. É conhecido pela arte do Freestyle (repente do Rap) e é campeão da batalha de MCs do prêmio Hutuz. Com isso, passou a se apresentar com maior freqüência no estado do Rio de Janeiro e na capital paulista. Militante e artista do movimento Hip-Hop no Vale do Paraíba, busca preservar esta cultura, quebrando preconceitos e mostrando um trabalho inovador. Atualmente Ralph trabalha no lançamento de seu novo CD. "Dá-Me Licença" é o primeiro Single e já pode ser ouvido no Myspace do artista.

"A intenção é está mesmo: apresentar a mensagem com calma, pedindo licença para somar com a parte que me cabe nesta cena do Hip-Hop nacional. Fiquei muito feliz com o resultado final deste disco; após 10 anos fazendo rap, tenho agora a oportunidade de mostrar o meu amadurecimento e a minha maneira de fazer poesia ritmada. Participaram nas rimas: Criolo Doido, Du (La Tormenta Rimadores), Emicida, Jr Zion (From Zion), Kene Konaman (A Tropa), Mr. Jordan e PTC (Estrela de Davi), Rael da Rima e Emissário (Pentágono), e a Sista She. Fizeram beats: Léo Cunha, Dario, Motione, Gurilla Mangani, DJ Sleep, Du, LP (Leco e Pitoco), Iky Castilho, DJ Marc-T, A Tropa, Arthur Moura, DJ Tamenpi, DJ Caique e Lu Playmocrew. Scratchs por DJ Sleep, DJ Dedé e DJ Marc-T", afirma Ralph.

Saiba mais
Visite o Myspace do MC Ralph


By Central Hip Hop
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Swagger Like Us é uma track de TI que contou com as participações de Kanye, Jay-Z e Weezy, que fez muito sucesso no mundo.

No Rap Luso, mereceu alguns remixes muito bons. Escolhi 3 deles, vindo de países diferentes e coloco agora aqui para vossa apreciação. São tracks já conhecidas, mas se calhar nunca prestaram a devida atenção na quantidade e qualidade das punchs dessas tracks...

Saquem sempre e deixem a vossa opinião sobre essas cenas...



Lista dos Sons:

CMC & Cfkappa - Swagger Like Us[Angola]
Cabal - Swagger Like Us[Brasil]
Hernani da Silva - Swagger Like Us Feat Rold B & Dice[Moçambique]

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O MANO DO BLOG CENAS QUE CURTIMOS FEZ UMA MEGA ULTRA ENTREVISTA COM O MONSTRO SAGRADO..DO RAP TUGA E HIP HOP LUSOFONO...NESTA ENTREVISTA VALETE FALA DE TEMAS DOS MAIS VARIADOS...FALA DE FUTEBOL,POLITICA,RELIGIÃO, BOSS AC..E DA MUSICA EM QUE ELE GRAVO COM O RAPPERS BRASILEIRO "O GABRIEL PENSADOR" ENTRE OUTROS ASSUNTOS...ENTRE E LEIA ESTA IMPERDIVEL ENTREVISTA.QUERO MANDA UM PROPS PRO MANO DO BLOG...TA MUITO LOKO O CONTEUDO PARABENS MANO..FIQUE COM UM TRECHO DA ENTREVISTA.

Cenas!!!: Muita gente associa o Rappers a Droga. A que se deve isso??
Valete: O Rap veio dos subúrbios e sempre esteve muito ligado à juventude. E quem não é dos subúrbios tem sempre esse preconceito que os miúdos dos subúrbios são todos marginais, bandidos, drogados etc. É apenas reprodução dessa ignorância e desses preconceitos. Outra coisa tem a ver com o rap americano que principalmente nos anos 90 ficou muito conotado com o crime e o tráfico de droga. Grande parte dos álbuns mais destacados americanos editados nos anos 90 ( e ainda hoje) são de rappers que dizem que são ou já foram traficantes, creio que é outro motivo para essa conotação.

Qual analise fazes sobre a blogOsfera de Rap?? O que podem ou têm acrescentando ao movimento??


PRA VER A ENTREVISTA NA INTEGRA E VER A RESPOSTA DESTA PERGUNTA ENTRE NO CENAS QUEM CURTIMOS
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1. Boas Dheo, vamos começar de uma forma diferente, vais-me responder qual é o teu maior sonho...

Começas de uma forma inesperada de facto, mas se é uma pergunta abrangente acho sinceramente que não fujo ao típico, que é ser feliz, a todos os níveis. E isto engloba obviamente graffiti.

2. Se te pedissem para descrever a palavra "Arte" como a descrevias?

Posso defini-la de duas perspectivas: a pessoal, de quem a usa como refúgio e como meio de comunicação, que é obviamente positiva e que me obriga a insistir para que me torne melhor não só como criador mas também como pessoa; e a geral, a de um negócio elitista que por vezes chega ao ridículo, que está repleta de sanguessugas e de gajos que de um dia para o outro se tornam Picasso’s sem ninguém perceber nem como nem porquê.

3. Porquê o graffiti como forma de expressão artística?
Porque é a mais pura, a que não cede a elitismos, a que não envolve corrupção nem interesses, a que representa a voz de quem não a tem. O graffiti distingue-se de todas as outras expressões artísticas porque quebra barreiras e porque está presente na rua, disponível para tudo e todos, com mensagens sociais e reivindicativas na sua grande maioria. É a forma mais livre e mais bonita de se fazer Arte no meu ponto de vista, as obras ganham dimensões que não são vistas em outras áreas da pintura principalmente, é quase a única expressão existente que continua a explorar a caligrafia numa era em que ela só se faz através de um teclado de computador. É a forma mais pura de se fazer Arte porque quem a faz não está no estúdio com um copo de vinho, com o aquecedor ligado e a ouvir boa música. Está na rua, à chuva e ao frio por vezes, sujeito a tudo e mais alguma coisa para conseguir terminar uma obra sem por vezes ver reconhecido o seu mérito como deveria de acontecer.

4. Arte ou vandalismo?

Aceito que alguns exemplos do que se vê na rua possam ser considerados vandalismo mas acredito serem um mal menor comparativamente a toda a gravidade de situações que envolvem o nosso país. Vandalismo é o que acontece na política, nos tribunais, com os patrões das empresas, com as corrupções nos concursos públicos, nas manhas e esquemas de quem está nos diferentes poderes em Portugal. Agora, que existe um lado menos bom no graffiti, ou mais condenável, existe. As pessoas têm é de aprender a separar e a perceber que o outro lado pode pesar mais na balança. Para mim é sem dúvida alguma Arte, sem tirar nem por, mas é uma opinião pessoal e não seria sensato nem lógico se abordasse as coisas de uma forma extremista.

5. O Hip Hop influenciou-te a explorar as paredes?

Sem dúvida. Eu tive o primeiro contacto com o graffiti através de um videoclip por isso não seria writer se não gostasse de rap. Hoje não me identifico com muita coisa que envolve o Hip Hop, acho que seguiu por linhas nas quais não me revejo, e sou capaz de me sentir mais próximo dos b-boys por exemplo do que dos rappers, por muito que tenha mais conhecimento de música do que de breakdance.

6. O que achas do graffiti em portugal? Estará na moda?

Acho que já houve mais picos no que respeita a moda, inclusive há dois / três anos atrás. O graffiti está a evoluir no nosso País e acaba por ser normal que cative mais o interesse dos jovens e que os motive a pintar, mas é lógico que existem situações onde tens a nítida sensação que daqui a um ano essa fase já lhes passou. É assim em qualquer outra área, as pessoas comem o que lhes põe à frente e hoje há uma exploração do graffiti em muitos mercados o que origina esse mesmo interesse.

7. Que temas gostas mais de retratar nas paredes?

Não sigo propriamente uma linha temática, exploro os mais variados conceitos mas sempre com um toque social. Considero importante que a sociedade reaja e se manifeste perante a forma como o sistema a conduz, e a minha forma de ser parte activa nesse processo é através do meu trabalho.

8. Em que é que as tuas influências te ajudaram?

É difícil responder a essa questão porque pode soar a presunção, mas na realidade eu não tive influências directas. Comecei sozinho, com 15 anos, não tive propriamente ninguém que me ensinasse ou que me ajudasse no que quer que fosse. Acredito que as minhas influências são indirectas mas estudo e vejo tanta coisa que não sei exactamente onde as vou buscar. Acho que elas tanto estão presentes em diversos artistas de diferentes áreas – mesmo fora da área do graffiti – como estão presentes na minha rotina, nas situações do dia-a-dia ou nas pessoas com quem interajo.

9. Nunca pensas-te realizar um workshop para iniciantes/curiosos de graffiti?

Contam-se pelos dedos os workshops que fiz até hoje apesar de ter tido muitos convites. Não sou contra, mas também não sou a favor. Pode parecer uma questão simples mas para mim não funciona assim, por dois motivos principalmente: não acredito que o graffiti se ensine nem acredito que seja uma boa política, primeiro porque a grande maioria dos miúdos que dum dia para o outro se lembram que fazer graffiti é fixe não tem sequer noções de desenho, e é difícil encarares um workshop com profissionalismo se sabes à partida que o graffiti para eles vai fazer sentido durante apenas alguns meses; depois, porque aconselho sempre o auto-didatismo e o ganho de experiência na rua. Talvez por ter começado dessa forma...

... acho essencial e considero sinceramente que esse é o melhor caminho. É o caminho que vai testar se realmente querem ou não ser writers, é o caminho que lhes vai dar experiência e conhecimento, é o caminho que os vai fazer aprender e evoluir e acima de tudo facilita a construção de um estilo e técnicas próprias. Depois de alguns anos é isso que os torna diferentes da maioria.

10. Achas que o graffiti que se faz lá fora influência de alguma maneira os writers Portugueses?

Acho e acaba por ser natural, porque os artistas mais reconhecidos neste meio estão lá fora, e porque a Internet te leva a qualquer canto do planeta. Não condeno influências desde que não se tornem bytes como é lógico, acho que se pode e se deve beber informação de outros artistas, de outros trabalhos, de outras áreas inclusive desde que se saiba transformar isso em algo próprio e pessoal.

11. Tens empatia com mais alguma área artística?

Tenho com o design gráfico e a ilustração principalmente, de uma forma activa, e com a fotografia ainda que sem grandes conhecimentos. Há outras áreas que admiro e valorizo como a música, a arquitectura ou a dança – breakdance em específico - por exemplo.

12. O que dizes em relação às pessoas que ainda ligam o graffiti ao vandalismo?

Acho que já te dei umas nuances numa resposta anterior. Essas pessoas tem obrigatoriamente de saber separar as coisas porque há mesmo dois lados da coisa, e podem simplesmente não se cruzar. Eu não vou assumir que todos os Árabes são bombistas, porque para além de estar a ser injusto e preconceituoso, estaria a ser estúpido.

13. Achas que se o graffiti fosse completamente legal, seria uma vantagem ou não?

Seria uma desvantagem, aliás perderia todo o sentido. A essência do graffiti está na sua ilegalidade e é assim que deve permanecer, torná-lo legal iria fazer com que toda a gente usasse os muros das cidades como meio de comunicação e isso pioraria as coisas de uma forma medonha. Defendo que deve haver espaços legais como é lógico, equilibrando as coisas e promovendo o graffiti enquanto Arte, mas nem oito nem oitenta.

14. O graffiti está a tornar-se um produto com fins lucrativos?

Sem dúvida. Por um lado resulta da evolução que se vê nas ruas, da qualidade dos artistas, da vontade que existe por parte destes em provar que é uma expressão artística que tem obrigatoriamente de ser reconhecida e valorizada. E não vejo mal que se torne num produto com fins lucrativos, desde que sejam os artistas a lucrar, que o seu trabalho seja respeitado e que se mantenham activos na rua onde não existe lucro para que não se perca a essência e o lado mais bonito do graff. O grande problema é a grande confusão e a falta de conhecimento, são as marcas e as empresas que usam o graffiti de uma forma errada e sem olhar a meios para atingir os seus fins. Depois o que acontece é que vais ao Continente e vês mochilas impressas com aquelas fontes dreads sacadas da net, ou roupa numa montra de uma loja do shopping com letterings feitos por softwares, ou mesmo exposições e decorações de “graffiti” feitas por…designers gráficos. Isso então é ao pontapé.

15. Que projectos futuros tens?

Tenho alguns projectos nos quais estou a trabalhar, alguns a curto e outros a médio / longo prazo. Nada que possa ainda divulgar por razões óbvias mas aos quais me tenho dedicado e que espero que venham a dar frutos. O grande problema de se trabalhar por conta própria é ter tempo para o que realmente importa, que é a criação. Mas tem obrigatoriamente de ser assim, são muitas coisas ao mesmo tempo para duas mãos e uma cabeça apenas.

16. Para finalizar…Magfolio? Aprovado?

Aprovado, aliás já cá tinha dado uns saltos anteriormente. Aproveito para agradecer o teu interesse em divulgares o meu trabalho e desejar que o teu e o Magfolio em específico se mantenham sempre com força e ambição. Keep it real!

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http://perraps.files.wordpress.com/2009/01/flora-matos-2.jpg

Flora Matos nasceu em Brasília. Criada por uma família de artistas, já aos quatro anos de idade subia aos palcos da banda Acarajazz, na qual o pai fazia parte. Mas, foi 13 anos que começou a freqüentar os bailes de rap e tomar gosto pelos vinis. Mergulhou enfim no mundo do rap. Passou a ouvir e se inspirar em Racionais, Dina Di, Sabotage, Kamau, Instituto, Mc Marechal, SNJ e muitos outros.

Com o talento que já vinha de berço, foi questão de tempo, para a jovem se destacar como Mc. Em Brasília, Flora Matos ganhou o prêmio de melhor cantora em 2007. Mas, foi em São Paulo que a carreira se expandiu ao gravar o remix da música Véu da Noite, com a produção de Kl Jay. Percorreu o Brasil fazendo shows junto com DJs renomados, entre eles Cia, Naomi, Kl Jay e do inesquecível DJ Primo.

Uma grande oportunidade, que Flora Matos agarrou, foi o convite de DJ Cia e Ice Blue para participar da mixtape O jogo é hoje, apoiada pela Nike. Flora gravou a música Mundo Pequeno, que foi produzida por DJ Cia e dirigida por Mano Brown e Ice Blue. Ainda em 2008, fez turnê pela Europa e ao voltar para o Brasil lançou o single Jogo da Velha.

Agora, a jovem artista lança a mixtape Flora Matos VS Stereodubs. A parceria com dupla LX e Leonardo Grijó proporcionou a ela explorar todo o seu talento. “Estou buscando lançar um trabalho assim já faz uns três anos. E o Stereodubs foi a melhor coisa que podia ter acontecido pra mim esse ano. Resolvi lançar a MIX porque prometi pro meu público lançar um disco ano passado, e infelizmente não foi possível. Senti necessidade de lançar musicas novas e numa qualidade boa de gravação. Esbarrei o Dj Lx aqui em São Paulo, que me apresentou ao Léo Grijó, e a idéia de gravar uma música surgiu. Gravamos a música"Pai de Família" e senti a sintonia de dois jovens produtores muito talentosos e com uma disposição do tamanho da minha, e foi aí que resolvi convidá-los pra fazerem essa parceria comigo. Completamente independente. E feita com muito carinho”, comenta Flora.

O lançamento da mixtape vai ser no dia 29 de novembro. Mas, já está disponível para download na internet. Com autorização da artista. “A música é feita pra ouvir antes de qualquer outra coisa. Viver de música vem depois de amar fazer música, e amar o fato de que tem gente ouvindo. Por isso sempre que é possível, procuro manter essa ordem”, garante a rapper.

Para você conhecer um pouco mais sobre Flora Matos, a equipe do Portal Rap Nacional bateu um papo com a Mc. Confira abaixo a entrevista.

PORTAL RAP NACIONAL: Você vem de uma família de músicos. Porque escolheu o rap?
Flora Matos: Na verdade eu escolhi a música, naturalmente me apaixonei pelo Rap e com a mesma naturalidade, ele entrou com tudo na minha vida.

R.N.: Você acredita que para as mulheres ainda é mais difícil conquistar o seu espaço, do que os homens, dentro do rap nacional?
Flora Matos: Acho que dentro do Rap Nacional existem muitas vertentes, muitas cabeças pensando diferente, e acho que todos sentimos falta de mais mulheres cantando Rap. Não sei se é excesso de fé, mas, isso me faz enxergar mais portas abertas do que fechada pra nós mulheres.

R.N.: O que tipo de som você ouvi em casa, no carro... ?
Flora Matos: Em casa eu sempre costumei ouvir tudo que me agradasse sem me preocupar muito com o rotulo. Mas ultimamente tenho viajado ate minha infância, sentido saudades do meu pai, e ouvido reggae e dancehall com muita freqüência.

R.N.: Qual o diferencial da mixtape Flora Matos VS Stereodubs, em relação aos seus trabalhos anteriores?
Flora Matos: Eu ainda não tenho disco lançado, e ele ainda vai demorar um tempinho pra ficar do jeito que eu espero... Tudo que tem de música minha na internet são músicas soltas, participações, e singles, algumas vezes gravadas com qualidade muito baixa até. Então, acho sinceramente, que a maior diferença é que esse trabalho veio com uma dose maior de profissionalismo. É diferente lançar várias músicas de uma só vez.

R.N.: O que o público ainda pode esperar da Flora Matos? Quais são seus projetos futuros?
Flora Matos: Espero que esperem primeiramente por "Música" ! Esperem pelo disco, e por alguns singles em riddims jamaicanos que ameaçam chegar o quanto antes!

R.N.: Deixe um salve para o público do Portal Rap Nacional.
Flora Matos: Espero que curtam a mix! FLORA MATOS VS STEREODUBS ! Deixo aqui meu salve de MUITA FÉ e máximo respeito a todos!

[CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO PARA FAZER DOWNLOAD DO DISCO]


[Link da mixtape hospedada no Portal Rap Nacional]


1 - Viver
2 - Esperar o Sol
3 - Pai de Familia


4 - Interlúdio(Paixão)
5 - Pretin
6 - Sem Mão na Cara
7 - Até o Infinito(Comando Selva)
8 - Meu Caminho
9 - Minha Voz

Texto e Entrevista: Elaine Mafra
Fotos: Serjão Carvalho (Site Noiz)

By RapNacional

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Novo som dos Diplomáticos, dessa vez para a sua primeira mixtape

Saquem sempre a cena...

Lista dos Sons:

Diplomáticos - Xenofobia Musical

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Downaload Mediafire



Brevemente venda do single



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Os Stepacide nasceram no inicio do ano 2004 em Carcavelos com vontade de criar Reggae, defendendo os valores e a cultura Rasta, mas sem esquecer a nossa ascendência europeia. Durante este percurso temos feito a nossa própria interpretação da musica Reggae, sempre com o maior respeito pela Jamaica como origem do Reggae e África como origem da Humanidade.


O que tocam espelha essas influências e resulta numa viagem pelo Reggae e o Dancehall, passando pelo Ska e pela música Africana, que tenta passar esta mensagem de união e celebração para quem ouve. Desde 2004, estes 9 amigos tiveram o prazer de partilhar este sentimento com alguns dos melhores artistas nacionais e internacionais que espalharam o nome Stepacide pelo panorama nacional:

SOULS OF FIRE, PRINCE WADADA, DA WEASEL e TERRAKOTA, ALPHA BLONDY, a lenda viva GREGORY ISAACS, o artista revelação de 2008 ZIGGI e os neo-zelandeses FAT FREDDY’S DROP. Contam ainda com presença em vários festivais e eventos como o BUONDI BILLABONG PRO 2008 e, por dois anos consecutivos, no FESTIVAL SUDOESTE TMN (2007 e 2008).

Para que todos possam fazer parte da crescente família, em Junho de 2009, disponibilizáram para download gratuito o “Love & Honour EP”. Sendo a primeira experiência em estúdio, o EP é o fruto destes 5 anos de trabalho e experiências que acabam por marcar o seu som. Sempre com o futuro em vista, os Stepacide preparam agora um ano de 2010 com muitas novidades e oportunidades para podermos espalhar cada vez mais a nossa mensagem.






1 - Runaway
2 - Warblood
3 - Troubling Times
4 - Country Deli
5 - They go Free

DOWNLOAD








ANDREIA QUARESMA

BLACK VIBE

[Leia o Conteudo Completo]

"Cansado de ser eco,passei a ser a voz"


Pra Min é Uma Honra Entrevistar Um dos Rapper do Underground Mais Ideologicos de angola Junto Ao Rapper Mck ,Nesta Entevista ele Fala sorbre sua Carreira,Influencia Musical, Rappers Favoritos,Beffs,Underground Vs Comercial,Kuduro ,Projetos Futuros Entre Outras cositas mais.


Thug - Qual foi o primeiro contacto que Teve com o mundo do Hip Hop?
Flagelo Urbano-Olha mano,em tive o primeiro contacto com o hiphop em 1993-94 mais ou menos.Nessa altura eu vivia numa provincia que fica no litoral sul de Angola ( Benguela). Eu era nessa altura dançarino de House music,tecno,funk e Shaque . o Nosso grupo se chamou “NCC” no princípio e mais tarde mudamos para “Os lakers “ devido a admiração que tínhamos pela equipa de Basket da NBA com o mesmo nome. Um dia desses fui para a escola e um colega meu chamado Silvano Salesso (Guillhotina Verbal) apresentou-me uma cassete, isto porque naquela altura os Cds eram escassos e nessa cassete continha os sons de rap americano. Nunca tinha ouvido falar antes de 2 pac ,Wu-tang,Snoop dogg. Mas muito antes nós já ouviamos Mc hummer,Ice of base, Kris Kross e muitos outros artistas daquela época e o som deles era muito estranho e apenas os usavámos para dançar . Gostei muito das músicas que ouvi na cassete que recebi do meu amigo, foi como que amor á primeira vista. Dai em diante não mais parei de procurar cenas parecidas. Em finais de 1995 começei a tentar escrever algumas coisas mas parecia complicado demais. Mas quando vi o grupo de rap Zona Kid num programa realizado por “Salu Gonçalves “ a cantar Rap fiquei ainda mais envolvido e achei que também podia fazer algo parecido. Em 1996 comprei no mercado local a Cassete com as músicas do album “ All ayes on me” de 2 pac .Quando ouvi aquele album a minha maneira de ver as coisas e a música rap em particular mudou muito . Ainda me lembro perfeitamente, de uma das músicas mais profundas que já ouvi no Rap “Life goes on” eu ouvia este som quase todos os dias e ainda hoje oiço e continuo a pensar a mesma coisa . Quando em finais de 1997 vi para Luanda estudar, perdi um pouco da ligação que tinha com o rap porque nao conhecia quase ninguem. Mas em 1998 retomei esse contactos com os programas que algumas rádios tinham,com os “meetings” que tinhamos no eliga teatro ou em casa de um membro do movimento. Algum tempo depois conheci o Mc k, Keita mayanda,Leonardo Wuawuti,Kudibanguela,Ima Nayobe,Kota Seba e muitos outros manos que exerceram uma grande influencia no aprecimento e desenvolvimento do movimento em Angola. Foi mais ou menos assim que tudo começou.


Thug - Quais são as tuas influências e Rappers favoritos?

Flagelo Urbano-Eu gosto muito de cenas alternativas. Acho que o gosto musical das pessoas está demasiadamente uniformizado.A televisão e as rádios são os maiores responsáveis por isso. Todos são de alguma forma obrigados a gostar do artista A,b ou C e quem procura ouvir algo diferente, aos pouco deixa de fazer parte do “grupo”. As minhas influencias remontam ao Jazz,afro beat,Nu soul, Semba de Raiz,blues,afro jazz e devo dizer que também ouço muito Fado. Gosto de muitos Rappers.Mas tenho um carinho especial pelo Common,Raekwon,Nach e o Fuse dos dealma.


Thug - Como é o teu estilo e o que procura dar ao público?

Flagelo Urbano-Eu sou do tipo Sala, esta expressão é do keita Mayanda e se adequa sem grandes esforços ao tipo de música que faço. Faço música para ouvidos selectivos e que realmente tenham uma maior preocupação com o contéudo e não muito com o continente. Normalmente quando escrevo não penso no público.A minha música é o resultado do meu pensamento político, cultural e filosófico. Eu escrevo para mim e não penso sobre o que pretendo dar ao público ou sobre o que o público espera de mim.Eu sou um poeta e como tal procuro despejar no papel o resultado das minhas frustrações,medos,verdades,valores e convicções. Portanto,se alguem se identificar com a minha mensagem fico feliz. Porque existem milhares de pessoas que naturalmente,terão os meus problemas e passarão pelas mesmas situações que eu e quem não gostar também entendo,porque nem mesmo Jesus Cristo agradou a todos.



Thug - Quais são os Albuns indispensáveis que nunca enjoa de Ouvir ?

Flagelo Urbano-Eu nunca me aborreço de ouvir “ Wu-tag forever” do Colectivo Wu-tang Clan, “Be”de Common,”Imobilirity” de Raekwon e “Informação ao núcleo” de Fusivel. Mas existem muitos bons albuns dos quais não me canso nunca de os ouvir.


Andreia - Quais tipos de temas costuma abordar nas letras das tuas músicas?
Flagelo Urbano-Eu sou muito viajado no que se refere a temas. Gosto muito de abordar temas complexos e que poucos artistas os abordaram, ou ainda procuro falar de temas comuns, mas de uma forma muito mais profunda e embelezada.Não tenho preferencia em temas específicos ,se achar que um assunto daria numa boa música eu escrevo.



Thug - Vive somente da música ou tem outra profissão?

Flagelo Urbano-Eu não vivo da música mano. È dificil viver da música em geral em Angola. Viver do rap ( underground) é ainda mais dificil e complicado devido as barrareiras e a certa oposição que a sociedade impôe relativamente a esse tipo de música.Se eu kizesse viver da música teria de renunciar a muitas coisas. Mas para ser honesto nunca tive pretensão de viver somente da música.Eu sou Jurista( Licenciado em Ciências Júridicas) e pretendo viver do fruto da minha formação e continuar a fazer música.

Thug - Quais são os teus principais objectivos a nível pessoal e profissional?

Flagelo Urbano- A Nivel profissional pretendo ajudar as pessoas a entender melhor os seus direitos e deveres.Em Angola as pessoas sabem mais sobre o que não devem fazer mas sabem muito pouco ou quase nada sobre aquilo que devem e têm o direito de o fazer. Tenho a pretensão,caso seja possivel de abrir um consultório jurídico aonde possa dar apoio ás pessoas sobre os mais variados assuntos e continuar a trabalhar na área do direito. Vou continuar a estudar,fazer mestrado,doutoramento e se tiver algum tempo pretendo fazer fazer mais uma licenciatura em Ciência Política ou em Teologia. Relativamente aos objectivos pessoais pretendo abrir uma editora e lançar muitos bons artistas que têm passado pelo meu Home studio.


Thug - O que acha desta "guerra" entre música comercial vs underground? A tua música é comercial ou underground?

Flagelo Urbano- Eu acho que essa guerra tem a sua razão de ser. Os artistas underground pretendem apenas separar as águas. E é necessário que saibamos quem é quem e quem faz o quê. Há artistas que fazem de tudo um pouco mas depois querem dizer que são underground,outros fazem Cú duro e Kuaito e dizem que são rappers, outros ainda mixturam rap com cú duro e no final se tornam todos no petróleo do mesmo incêndio. Não está certo! Toda corrente músical é légitima e o artista é livre de criar e buscar outros elementos fora do seu estilo,contanto que não disvirtualize a essencia,o elemento que caracteriza e serve de base ao som que identifica a sua música. Vou assumir a responsabilidade de dizer que em angola 99% dos artistas que fazem música comercial “mein stream” não o fazem pela arte ou pelo amor por essa vertente da música Rap. Eles fazem-no tão somente para serem famosos e aparecer nos grandes eventos,rádios e televisão.Assim sendo,imitam artistas como Jay z,Lil wayne, 50 Cent,Juel Santana e muitos outros artistas que vivem em uma realidade completamente diferente da nossa.Acabam sendo cópias mal feitas. Têm a pobre noção de que como estes artista lá nos seus países fazem sucesso com a sua música e a forma de vestir também o farão aqui em Angola. E o resultado é um aglomedaro de Clones ambulantes. Quem me conhece sabe qual é a natureza da minha música. Se tu realmente segues o meu trabalho,os princípios e valores que defendo dentro e fora do movimento, saberás se a minha música é comercial ou underground. Essa pergunta quem deve responder és tu... Mano . risos...

Thug - Claro q Sei mano Underground Dos Mais Lokos q Existe na Lusofonia



Thug - O que Achas destas Brigas (Beffs) entre os rappers..?? e Voce tem algum Rival..?

Flagelo Urbano- Acho que essa guerra é perda de tempo.Muitos se escondem no meio dela para chamar a atenção que não teriam se tivessem lançado uma música sem ofender o outro. Para muitos o beef tem alguma ou muita serventia. Mas para mim não ! porque cria limites,fronteiras,aguça o engenho violento do homem, quer do ponto de vista fisico como verbal.As rádios usam-no como meio de amealhar audiência,os artistas como meio de ganhar popularidade gratuita e no final de tudo os mais jovens e a sociedade em geral é que perdem porque aceitam o beef como meio saudável de se chegar ao reconhecimento. Graças a Deus não tenho nenhum rival.Acho que as pessoas sabem que não tenho muito tempo para essas cenas.As minhas energias são canalizadas para criar amor com os olhos secos.



Thug - Diga-nos o que Voce Conhece do Rap Brasileiro?..se conhece qual Grupo ou rapper Gostaria de Gravar uma Cena?
Flagelo Urbano-Modéstia a parte, eu conheço muito sobre a música brasileira na sua generalidade,desde a MPB até ao Rap. Sempre gostei da música brasileira porque acho que o brasileiro é dos povos mais melódicos e criativos que conheço. Eu sou um grande admirador dos racionais Mcs,mano brown é para mim e sermpre será uma referência.Gosto do Sabotagem( que deus o tenha),SNJ,Facção central,Parteum,Mzuri sana,Gog e muitos outros não menos importantes. Gostaria de gravar com os Racionais mcs.


Thug - No Brasil a Um bom Tempo Esta muito a Bater o "Kuduro" Gosta deste movimento Urbano de angola...Acha q é uma vertente do Rap Angolano?

Flagelo Urbano-Fico feliz por saber que o Cu duro transpôs as fronteiras de angola e caminha livre pelas avenidas paulista,marginal pinheiros,ecoa no aterro do flamengo e em outros locais do brasil e do mundo. Quando o cu duro surgiu no princípio da década de 90 a sociedade se negava a reconhece-lo como estilo musical. Os mais velhos diziam que era tal como o Rap música de delinquentes e desocupados.“Críticos” musicais como o Sr. Jomo Fortunato se negavam ou se negam a reconhece-lo como música. O tempo passou e a sociedade entendeu finalmente que era apenas uma forma derivada do Rap de se expressar,de manifestar as inquetações, actravés da introdução de vocabulários quase que imperceptiveis para quem não faz parte de um selecto grupo de pessoas. Hoje quase que ninguem mais ousa em dizer que o cú duro não é música. Os que o marginalizavam procuram a todo custo fazer o máximo de dinheiro possivel com ele.O Cu duro tornou-se numa fómula comercial. Não precisamos fazer muito esforço para notar que há elementos naquele estilo que revelam a sua descendencia do Rap. A maneira de fazer a rima,a dança tem muita ligação com o break e até palavras que usamos e que são próprias do rap.Eu não sei dançar cu duro,mas gosto muito de ver o pessoal a dançar.Muitos dizem que não sabe dançar cu duro não é angolano. Acham que não sou angolano por não saber dançar cu duro??? Risos..
Thug - Acontece comigo sou preto nao sei dançar Samba....os angolanos portugueses ,moçambicanos e outros tambem acham estranho claro q vc é angolano e eu so brasileiro..rsrsrs


Thug - Concorda com o Mck q diz Que "O Rap Angolano tem q ter a cara de Angola"..? e o q vc acha do rappers q imitam 50 cent e entre outros rappers so em busca de fama e grana?

Flagelo Urbano-È preciso fazer uma interpretação extensiva das palavras do MC K. Eu concordo plenamente com o que ele pretendeu dizer.Mas quando o MC K diz “Cara de Angola” está a querer dizer originalidade na abordagem dos temas,beleza textual e uma ligação,um laço de pertinência entre a tua música e a realidade que gravita em torno dela.Mano,há artistas angolanos que escrevam sobre coisas que nunca viram, nem nunca experimentaram. Artistas há que falam de jakuzi mas nunca tiveram num,falam de carros que nunca tiveram,falam de quantias em dinheiro que nunca tiveram.Usam roupas de inverno no verão abrasador de Angola. Estais a entender ? Falam como 50 Cent,cantam como 50 Cent,cantam como Lil Wayne, vestem-se como eles, epa mano é rídiculo. Tudo isso só com o único objectivo de buscar fama e vender mais para ter dinheiro. È preciso nos focarmos na nossa realidade,no meio que nos rodea,nos problemas que vivemos no dia-a-dia e cantarmos as nossas alegrias.Seja comercial,mas seja um verdadeiro comercial.



Thug - Intaum mano Vamos Fala de Novos Projetos...Tem Algum Album,single,video em projeto?

Flagelo Urbano- Irmão, eu não tenho album,estou a trabalhar para que o primeiro saia no primeiro trimestre de 2010.Mas tenho muitas músicas gravadas para que o pessoal conheça mais sobre o meu trabalho. Estou a gravar um EP que vai sair dia 23 de Dezembro deste ano,vai se chamar “Entre o tempo e a memória” e reflecte muito o tempo que estou no movimento e as coisas que aprendi. Mas para além destes progectos estou também a terminar de gravar um album com a participação de muitos artistas angolanos que vai se chamar “ Reunir” e tem como objectivo homenagear uma grande figura da música popular de angola de nome Teta Lando.



Eu Sempre Gosto de Termina as Entrevista com um bate bola eu digo nomes e vc diz uma frase ou a primeira coisa q vier a tua cabeça ok.



Um Livro..?

Flagelo Urbano-O Mundo de sofia.Para mim é uma das maiores viajens que já fiz ao mundo da filosofia.


Barack Obama..?
Flagelo Urbano-Afinal não é o messias que todos esperavámos que fosse.O homem também é homem né ?


MCK..?

Flagelo Urbano-Um Grande amigo e a pessoa que mais apoio me deu nesse movimento. Muita coisa que aprendi no hiphop devo a ele.

Angola..?

Flagelo Urbano- Angola é como um corpo inerte aonde cada abutre vem pegar o seu pedaço.


Uma Musica..?


Flagelo Urbano-Imagine-John Lennon



Flagelo Urbano Deixe Uma Mensagem aos Manos do Blog Naçao Hip Hop e Noticiario Periferico.

Flagelo Urbano - Cultivar amor com os olhos secos.Obrigado por tudo.

Para conhecer melhor O trabalho do Mano entre no seu myspace
Myspace do Flagelo Urbano

Entrevista feita Por min Anderson "Thug" Agradeço ao Mano Flagelo Urbano por conceder esta otima entrevista...obrigado msm mano. é Nois
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Bio Black - Gotta Be A G




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Complexo de Inferioridade é o novo Ep do rapper J-K e conta com as participações de Dj SlimCutz, DarkSunn, Nexus, entre outros.



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Faz download do 4º Vol. das Lost Tapes (Covil Produções).
Este Volume conta com as participações de Dj Parasita, JV, Suarez, entre muitos outros.

http://zonahhtuga.com/wp-content/uploads/2009/11/k7vol4.jpg

DOWNLOAD

Para fazer download das outras Lost Tapes, visita

www.myspace.com/covilproducoesestudios


ANDREIA QUARESMA

BLACK VIBE

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Como espoletaste o interesse pelo Rap?

Eu cresci a ouvir rap em casa, porque a minha irmã consumia rap como se fosse Public Enemy. Ouvia também outros grupos que batiam e eu não conhecia. Tinha uns 13 anos e ela aparecia com cassetes. Fui apanhado pela cena. Um ano mais tarde comecei a escrever umas rimas, mas era tudo brincadeira. Lá para os 16 anos comecei a levar o rap mais a sério e, mais ou menos em 97, subi pela primeira vez ao palco.

Fizztape feita numa semana? Como conseguiste gerir tudo neste espaço de tempo?

A Fizztape surgiu numa altura em que eu estava a tratar das cenas do meu álbum e, como estava com uns atrasos, achei que o people ia queres ouvir coisas minhas. Nessa altura estava inspirado e a consumir muito rap. Então, pensei em fazer uma mixtape e, no espaço duma semana, escolhi os beats, até porque nessa altura estava em Londres e a cidade estava paralisada por causa da neve e não podia sair de casa nem pra ir trabalhar.

Irmandade Fizz e Quim, para quando um trabalho juntos?

Fizz: eu e o Quim estávamos a preparar um álbum, mas houve uns imprevistos pelo meio. O Quim esteve encarcerado o que dificultou a conclusão do álbum. No entanto, isso não impediu que continuassemos a trabalhar e que a nossa dica se mantivesse viva. Mesmo ele estando dentro, eu enviei-lhe um rádio para ele poder ouvir música para o incentivar a continuar a escrever. Enviei-lhe também beats para, quando ele saísse, estar inspirado para fazermos coisas novas. Não queria que a nossa cena acabasse por ele estar encarcerado. Entretanto iniciei o meu projecto, mas não queria deixar Fizz e Quim para trás. Então fiz uns beats, preparei as coisas na medida do possível, e posso dizer que Bros For Life está noventa por cento feito.

Quim: O nosso projecto ficou em stand by devido ao meu encarceramento. Entretanto, decidimos lançar uns sons pra rua, que eram de um projecto que tínhamos antes do Bros For Life e o people curtiu. Estão à espera de novas cenas e nós estamos a trabalhar pra isso. Num futuro próximo, terão o Bros For Life nas ruas.

Em uma palavra, como classificas o teu rap?

Real.

Porquê?

Porque tudo o que relato nos meus sons é algo que muita gente pode ouvir com receptividade. Se uma pessoa consegue sentir o teu rap, não será apenas pelo teu egotriping, o teu lirismo ou pelas tuas palavras caras. A cena é tu conseguires transmitir a realidade nos teus sons e as pessoas conseguirem conectar contigo. Esse é o feedback que gosto de receber sobre os meus sons: puro e com mensagem. Eu, quando faço rap, estou do princípio ao fim colado na mensagem e se perdes contacto com a realidade quando voltas para o mic não tens moral.

Como é o Fizz fora do rap?

O Fizz fora do rap é cômico, brincalhao, sempre com prédisposição para ajudar, não tem beefs com ninguém e é também muito ligado aos amigos e à família. O rap não é tudo na minha vida e eu digo que sempre curti rimar mas, para mim, o rap tem um papel secundário na minha vida. As minhas prioridades são a minha família.

Depois de o Caderno Diário podemos esperar mais do Fizz? Na faixa Confissões da Fizztape dizes que vais estar mais dois anos no rap e depois paras. Vais desistir do rap?

Na Fizztape, principalmente nesta faixa Confissões, quis mostrar o meu lado espiritual. Quando faço rap não tenho que fazer o que os outros querem ouvir, mas sim mostrar o que sou dentro dele. Na altura em que escrevi Confissões estava numa instropeçao que me fez lembrar de quantas coisas que tinha abdicado e quantos sacrifícios tive que fazer em prol do rap. Tive que fazer mais de 12 viagens para gravar o meu álbum, por exemplo. E estando fora é complicado conciliares essas constantes deslocações e acrobacias com a vida pessoal. Em dois anos espero conseguir fazer o que quero no rap, se o people quiser mais de mim.. não sei.

Tens a visão do rap que se faz em inglaterra e do rap que se faz em Portugal. Qual é a principal diferença que notas?

Em Londres o rap é muito mais divulgado, inclusive até existe um canal próprio da divulgação da cultura e há uma grande receptividade do público. Aqui na Tuga há mais rappers do que people que ouve rap e podes constatar isso pelo números de vendas.

Caderno Diário será o teu próximo trabalho. Com que participações contas?

Vou contar obviamente o meu boy Quim, Chullage, Dani G, Cliclau, Smokey, THC, Genny, Kromo di Ghetto, Thanya, Acme e Mortex.

Descreve o hip hop de hoje, quando comparado com o que se vivia no teu começo.

Na altura, quando davamos concertos, as salas enchiam, sentia-se uma grande vibe, o people curtia, punha as mãos no ar. Hoje já não se vive tanto esse espírito, está diferente. Já não há muitos concertos de hip hop e, quando há, parece que o pessoal tem medo de mostrar que gosta da cultura. Já não se vê muito aquela interação, aquele feeling, entre o público e o artista.

Com quem gostarias de trabalhar?

Não vou dizer Biggie ou 2pac porque é óbvio. Sem dúvida Nas ou Raekwon, também Mobb Deep. Num registro mais Soul a Erykah Badu e Jill Scott.

'Fizz possui uma visão de rua diferente dos outros rappers'. É uma afirmação que li no 'resumé' do teu myspace. Queres descrever esta visão?

Street rappers há muitos, mas, com todo o respeito, nem todos transmitem a filosofia de rua de forma a sensibilizar as pessoas. Não vou dizer que sou o melhor rapper da street, mas quando faço a minha escrita ela é feita ao pormenor, não abordo as cenas de forma superficial. Gosto de escrever e fazer com que os ouvintes, através dos pormenores que descrevo, possam ver, sentir e aproximarem-se da realidade.

Tem-se verificado uma fusão do rap com outros estilos musicais. Achas que este fenômeno tem contribuído para a disseminação da cultura?

De uma forma pode contribuir para a sua disseminação,mas, de outra, pode servir para a matar. O rap muitas vezes deixa de o ser, para ser reggaeton, para ser kisomba, para ser r&b. Muitos artistas que nem sabem, nem nunca conheceram a cultura hip hop, lançam um álbum convencidos de que estão a fazer rap e quem ouvir esse estilo de rap não absorve a sua verdadeira essência.

E para breve..

'Caderno Diário' brevemente, também 'MBK Files' que será a Fizztape Parte ll, e claro Bros For Life de Fizz e Quim. Futuramente temos outros projectos, mas ainda não podemos revelar.

Por último mas não menos importante..

Vamos deixar de ser haters e vamos pegar nas nossas letras, nos nossos beats e vamos ao estúdio fazer uma mixtape. Comecem a mexer e a fazer algo por vocês e não fiquem sentados à sombra da bananeira à espera que o cd caia do céu e apareça, como que por magia, na loja. Props para o people do hip hop tuga que ouve Fizz na sua aparelhagem e que me dá um feedback todos os dias no myspace e que divulga a minha música. Também para o pessoal que me tem ajudado: O Quim, o meu brother Manel, o meu puto Acme, que disponibilizou o espaço para eu e o Quim gravarmos, a Mary, um big up para o Hesy pelas capas, pela força e por ser o grande amigo que é. A todos os que me sentem, vocês dão-me força para continuar.

Esta entrevista foi feita por Makeda, para a revista Freestyle

Makeda www.hiphopsoueu.com

Fizz www.myspace.com/escofizz

Freestyle
www.myspace.com/freestylemag




ANDREIA QUARESMA

BLACK VIBE

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Street Album Do meu Grande MC . Faixas Perdidas nome do Album .

Excelentes Sons .. Excelentes Letras .. E Claro de um Excelente MC ..


Nome: Faixas Perdidas
Artista: Celso OPP
Participações: Yannick TDM, Thug Paxion, Wise OPP, Ghoya, Arafat, Willy Boy, Yoca ..
Ano: 2009

Track-List



1 - Ate ao fim (& Arafat)
2 - Hands In tha air (& Arafat)
3 - Midle Finger Up
4 - Back in tha days (& Arafat)
5 - Ses pai se mãe
6 - Vida di Rua
7 - Opp Ca ta para (& Arafat & Paxion)
8 - Guerra nas rua (& Willy Boy)
9 - Nos cultura
10 - Mi Nigga (& Arafat & Paxion & & Yoca)
11 - Black Sistha (& Arafat)
12 - Su sta cu OPP (& Wise G & Yannick TDM)
13 - Para cu guerra na guetto (& Arafat & Paxion)
14 - Struggle (& Arafat & Paxion)
15 - Rap do guetto (& Ghoya & Yannick TDM & Paxion)
16 - Trabalhador Africano(& Wise G)
17 - Quel tempo


A encomenda do álbum pode ser efectuada pelos emailsencomendas@hiphopsoueu.com, varela@hiphopsoueu.com,meireles@hiphopsoueu.com, ou por contacto telefónico, através de 96 920 60 13.

HipHopSouEu Records MySpace


Link Do Download do Album :
http://www.rapidspread.com/file.jsp?id=rsf4lzsafy
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Sobre o Tocubano
Nasci em 1982, neste pais maravilho que é Angola no bairro da Samba que é o meu guetho, não o troco por nada. Comecei a gostar de musica desde que nasci. apartir daí fui trabalhando mas com a musica, fazendo playback entre outras coisas. Em 1997 regresso pra banda sempre com aquele espiritu de fazer musica, aí comesei a gravar por ensima de instrumentais alheios e alguns bits trava dos jogos do sega mega drive, ainda em 1997 consegui um computador onde consegui fazer as minhas primeiras produções, aí ja me considerava um pequeno produtor, + tarde comesei a fazer minhas propias letras passando então a ser compositor, cantor e produtor. Na altura comesei a trabalhar com um grupo muito experiente: Short Clan, que apredi muito com eles, o ABC da produção aprendi com eles. Não me vou esquecer dos meus putos New Clan, Good Mouth, Artur DaGuar, Jutson, LB que sempre me apoiram neste sentido. E como se diz na giria, ja consegui aandar com os meus propios pés. + tarde fui convidado então a participar numas das coletaneas + bem sucedidas no momento que erão da Masta K Produçõs, foi uma alegria para mi fazer parte de uma coletanea que era a cara do hip hop angolano. Depois de alguns anitos isso em 2000 consegui gravar o meu 1º single que foi lançado ao circuito fechado. Apartir de aí fui melhorando a minha forma de produzir, cantar e escrever, comesei então a trabalhar com Phatar Mak que é uns dos niggas que contribui para o desenvolvimento do hip hop em angola, Kool Klever é a mesma coisa, Dona Kelly que é a rainha, Jeff Brown meu kota. Fico feliz por eles terem confiado em mi. Isso tudo foi muita luta para chegara aqui, por isso eu nao sou de hoje sou de faz muito tempo. one love.

Myspace do Tocubano


Video

TOCUBANO ft SIMIMI NI MOYO-NACIONALITE




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Sobre DUGHETTU

Estava aqui com a Dughettu sem saber por onde começar. Escutando, escutando e o que me vinha era a citação que eles fazem de “Peixe Vivo” na música “Tudo é Um Risco”. Esta é a questão básica da Dughettu: “Como pode um peixe vivo viver fora da água fria?” Esta é a parada! Como podemos nós, peixes vivos, cardume total, vivermos fora da água fria?! Que água quente, infernal, suja é essa que estamos mergulhados?! Aonde vamos nos refrescar?! Tem algo de errado!! Tem algo de errado e não é de hoje. Outras artes e artistas também já gritaram o mesmo discurso da Dughettu. Mas tem algo de errado que precisa sempre ser dito. Enquanto estiver errado tem que ter gente para gritar. Deveria ter mais gente neste grito. A Dughettu está. E eu? E você? E cada um de nós? Todos nós peixes vivos... Em outras palavras: Que mundo é este que vivemos e viveremos?! Se a Dughettu não traz respostas ao menos sabe as perguntas. E foi sempre pelo caminho das perguntas que nós andamos para frente. Positivos e, cada vez mais, operantes. Para frente!

Escutar Dughettu é por aí. Vai além da música. Tem questão e questionamento. É preciso estômago para os poderosos graves e para as rimas. Crônicas da vida urbana. Com certeza esta é também função da arte. Das mais importantes! Dughettu é música de responsa! Eu disse: Música e de Responsa! Nem saberia dizer qual é mais importante. Qual é mais intensa. Estão tão juntas. Fazem total sentido: Dughettu é música de responsa. “A moda passa o conceito fica”.

Aqui temos “Questão de Quê?”, o primeiro disco da banda, uma dupla, formada por Marcello Silva nos vocais e DJ Nino nos scratches. Cada um potência total. Juntos força máxima! Marcello vem fazendo um forte trabalho junto com o Afroreggae onde é o apresentador oficial dos eventos e do Programa “Conexões Urbanas” nas rádios MPB FM (RJ), Ipanema (POA) e Eldorado (SP). Já DJ Nino é fera total. Com certeza dos principais DJs de hip hop do Brasil. Vencedor do Hutuz de 2005 e único carioca no World DJ Championship 2008. Feríssima! Dá só uma sacada com atenção no que ele faz na faixa: “Realidade Carioca”. O disco foi produzido pelo Plínio Profeta que cada vez mais se firma como um dos grandes nomes da produção do momento. Bacana perceber no disco este certo, digamos, acerto de contas de gente que vem se firmando na cena. Ninguém é mais novato. Todos já tem alguma experiência. O momento é de afirmação. Com certeza a Dughettu e o Plínio fizeram este disco sabendo muito bem qual era a questão. “Questão de Quê?” é urgente. Tiro certeiro. Bola no gol!

Agora não busque prazer. Não pense em entretenimento. Seus próximos quarenta minutos não serão exatamente divertidos. Não serão descontraídos. Momentos de tensão te aguardam. Mas pode ter certeza que poderão ser inspiradores. Questionadores. Pegue as letras. Ajeite-se. Coloque o som num volume que dê pressão. Prepare-se. O filme vai começar. Com vocês Dughettu em “Questão de Quê?”


Myspace do Dughettu


Video

DUGUETTU e Banda Black Rio - boa noite( musica do Djavan)



DUGHETTU - condição ( musica do Lulu Santos)



DUGUETTU - te levar ( no clube bola preta- RJ)


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"Mag aka Magistrado Nascido e criado pela mistica terra de Vialonga desde Dezembro de 1984, mag escreveu o seu caminho musical nas pautas desta terra, através dos poéticos caminhos urbanos que atravessou na companhia de grandes irmãos que a escola da vida lhe trouxe. Juntos traçaram um caminho retmado por uma mesma paixão, a Música.

Desde o rap , ao Soul e ao Jazz, criou ao longo dos tempos um estilo muito próprio e com uma forte identidade, um verdadeiro e saboroso cocktail que nos embebe nos diferentes ritmos, batidas, palavras e sentimentos. Um puro e intenso alimento espiritual para alma. Na produção deste album pode contar com a participação de vários profissionais de diferentes campos da musica, aos quais gostaria de agradecer e mencionar por terem acreditado e apoiado este projecto.

Ficha técnica: Produção e mistura por Kilu Apoios musicas: God g, Phoenix, Dj Conexão, Kilu, Verbal, Dj Scotch, Melo d, Sofia Mariza e Milton Gulli Participações instrumentais: Na guitarra: Miguel Soares No saxofone: António Brulheim Nas teclas: Donpablo Stingz No baixo: Lino"

Visita o MySpace de Mag e curte o som

www.myspace.com/magsoldier

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Planaltina é a região que abriga parte da nova escola do Rap do Distrito Federal, o grupo 3 Um Só é representante dessa cena. A rima séria do estilo Gangsta dos anos 1990 é misturada aos teclados e bumbos "808" do dirth south, a voz grave é um alerta para os que são seduzidos pelos contos do crime. "Só peço para que os muleque tenha um futuro melhor...". Contos são contos. Na vida real, não há espaço para erros, essa é a mensagem principal de Diey, Killy, Bozó e DJ Jr. Killa, integrantes do 3 Um Só, conjunto formado em 2000. No ano de 2006, o grupo lançou a música "O Bagui ta Loko", um ano depois, pelo selo Nostramamos e Noismemo Produções, o grupo lançou "Justo Pelo Justo", seu primeiro álbum.

[+] Visite o Myspace do grupo 3 Um Só
[+] Confira o videoclipe da música "Vai Levar Bacú"
[+] Assista ao clipe de "O Bagui tá Locu"

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MDPWarriorz - Take Over

Ouve/Faz Download Aqui

www.myspace.com/mdpmaltazdapezada





Arley Stone - One Mic

Ouve/Faz Download Aqui

www.myspace.com/arleystonegangbangrec


Entrevista com Arley Stone Aqui


ANDREIA QUARESMA

BLACK VIBE



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"Hip Hop Vida" assim intitula-se a faixa musical cantada pelo MC "Mona dya Kidi" em resposta a um convite formulado por Antídoto Mc e Black V, a participar na Mixtape "A Ira Do Dragão"...

Antídoto Mc e Black V, residentes do bairro Palanca, mentores da Mixtape, acalmam a anciedade dos ouvinte com uma das faixas promocionais, cujo Mona dya Kidi assumiu o barulho.

Sem sombra de dúvidas, uma track bem cozinhada.

Saquem sempre a cena...

Mona Dya Kidi - Hip Hop Vida

Download Sharex


Download Mediafire



FONTE

www.cenasquecurto.blogspot.com



ANDREIA QUARESMA

WWW.BLACK-VIBE.BLOGSPOT.COM

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NRA é um rapper Tuga, da zona de Alvalade (Lisboa). Graças à música Hip Hop Hurray dos Naughty By Nature (que fazia parte da banda sonora jogo NBA Live 2000), NRA começou a pesquisar sobre HipHop Americano e descobriu artistas como Ludacris e Busta Rhymes e encantou-se com a sua maneira de fazer HipHop - Um hip hop não tão sério e com uma vertente mais cómica.

Com 17 anos começou a dar mais atenção ao Rap Tuga e foi com o produtor Conexão que começou a sua carreira. Se queres conhecer melhor este rapper criativo, visita o seu myspace, ouve o som e compra a sua Mix, que está à venda por apenas 5€, um preço acessivel a todos.

Andreia - Conta-nos como começaste a tua carreira e quais ou quem foram as tuas influências.


Comecei a ouvir hip hop regularmente por volta dos meus 15/16 anos (2004/05), mas penso que o meu primeiro contacto com o género musical foi com o filme Space Jam, havia qualquer coisa na banda sonora que me atraía. Depois graças ao jogo NBA Live 2000, que continha na banda sonora o clássico Hip Hop Hurray dos Naughty By Nature, comecei-me a interessar mais pelo hip hop e a pesquisar mais artistas americanos. Quando comecei a ouvir mais regularmente, ouvia muito Ludacris, Busta Rhymes, que eu considerava que eram artistas menos "sérios" devido à componente cómica que têm e com a qual me identifico. Por volta dos 15 anos comecei a escrever, em inglês sempre, e participava em grupos online de battles escritas, mas eram rimas com as quais não me identificava porque era basicamente o que ouvia dos MC's americanos, sobre violência, drogas, etc. Com 17 comecei a ouvir hip hop português (que até então desvalorizava), e a escrever na nossa língua também. Não tinha meios de gravação nem conhecia ninguém no movimento mas depois através de um amigo comum conheci o produtor Conexão e foi com ele que me iniciei mesmo nas gravações e pode-se dizer que na minha "carreira".

Andreia - Como artista, o que trazes de novo à música e o que tens de especial para que as pessoas te oiçam?

Como artista trago uma nova vibe, mais chill out, laid back, que se traduz muito no meu flow e que é muito como sou no dia-a-dia, e gosto acima de tudo de arranjar brincadeiras com as palavras e trocadilhos, quanto mais dificeis de apanhar melhor. Resumindo, nao creio que haja nenhum artista que possam ouvir e dizer "este gajo é parecido com o NRA" ou vice-versa.


Andreia - Que tipo de temas costumas abordar nas letras das tuas músicas?

Os temas que costumo abordar são normalmente experiências minhas, muitas vezes no que toca a relações, o meu dia-a-dia, coisas que vejo, mas normalmente tento apenas transpor o meu bem estar e o meu lado mais cómico e por vezes dizer coisas sem sentido algum. Não costumo fazer músicas muito introspectivas porque não gosto muito de pensar no que já passou se não foi bom, gosto de estar feliz e praguejar com alguma frequência, mas estou a tentar reduzir.

Andreia - O que achas desta "guerra" entre música comercial vs underground? A tua música é comercial ou underground?


Sinceramente, não acho que essa"guerra" tenha sentido. Música é música, e no final do dia todos temos que comer, mesmo quem não vive dela.


Andreia - Como é uma actuação tua ao vivo?

Confesso que ainda dei muito poucos shows mesmo, e foi sempre como MC convidado, mas também estou a tratar disso. Uma actuação minha não é muito enérgica porque eu próprio sou uma pessoa relaxada (sóbrio), mas consigo interagir com o público e sacar umas gargalhadas, é sem dúvida uma actuação divertida e versátil.

Andreia - Vives somente da música ou tens outra profissão?

Gostava muito de viver num país em que pudesse viver do hip hop mas infelizmente a realidade não é essa, mas vou-me esforçando. Não vivo da música e também nao trabalho, estou no segundo ano da faculdade.

Andreia - Qual é aquela música que nunca pode faltar no teu mp3?

Neste momento estou a ouvir muito a mixtape Warm Up do J. Cole, mas qualquer música do Sean Price (outro rapper que é uma grande influência para mim), é um artista que tenho sempre presente no mp3 e que recomendo vivamente que oiçam. E é claro, NRA, há que ter sempre uma musiquinha no mp3, nunca se sabe.

Andreia - Neste momento quais são os teus principais objectivos a nível pessoal e profissional?

Neste momento ponho a licenciatura à frente nos meus objectivos, mas um grande objectivo meu é também arranjar um contrato com uma label (e depois venham os patrocinios que a roupa anda cara), mas quero conciliar as duas coisas no futuro.

Andreia - Mesmo que não consigas ter sucesso na música, vais continuar a lutar até conseguir?

Para mim só ter conseguido começar e ver que há pessoas que me conhecem e que elogiam o meu trabalho já é ter sucesso, a partir daqui só pode ficar melhor porque isto já ninguém me tira. E não, nunca vou desistir da música, provavelmente só quando já não tiver uma voz agradável ou quando deixar de praguejar.

Andreia - Deixa uma mensagem especial aos leitores do Blog Black Vibe/Naçao HipHop..

Continuem a apoiar o blog, são iniciativas como esta que fazem o movimento evoluir e ganhar reconhecimento. Also, check out my mixtape "10th Wonder", são 13 faixas mixadas pelo DJ X-Acto e com participações de Damani Van Dunem, Verbal, Nga, Xoye e Rokha, está à venda por 5 euros, para entrarem em contacto comigo passem em www.myspace.com/nraone. One Love.

Visita o MySpace de NRA

www.myspace.com/nraone


Esta entrevista foi feita por Andreia Quaresma.
Se quiseres copia-la põe o nome e respectivo blog de onde foi tirada.

BLACK VIBE


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http://www.redebrasilatual.com.br/multimidia/albuns-de-fotos/emicida/mus_emicida_01_29_05_09_eni.jpg
Emicida

Influenciado pela eloquência dos pastores evangélicos, o cantor se sobressai nas batalhas em que rappers se provocam com rimas improvisadas

Por Pedro Alexandre Sanches

em sua casa, na zona norte de São Paulo. "Um lado da minha cabeça me diz que alguém dos Estados Unidos estava no Brasil, viu o repente, voltou pra lá e inventou o rap"

Leandro Roque de Oliveira, de 24 anos, veio ao mundo pouco antes do estouro dos Racionais MC's, a banda mais popular e influente do hip hop nacional. Como boa parte dos garotos de periferia (nasceu no Jardim Fontalis, zona norte de São Paulo), ele não conheceu o Brasil sem o discurso indignado de Mano Brown, o líder do grupo. Sobretudo por isso, já na adolescência, começou a transformar o próprio cotidiano em rimas. Hoje, é estrela ascendente do rap e um craque quase imbatível nas batalhas de freestyle - competições em que rappers se desafiam por meio de improvisos. As sucessivas vitórias nessas brigas de palavras lhe renderam a alcunha de Emicida, neologismo que significa algo como "o matador (ou homicida) de MCs".

A habilidade e a inteligência exibidas em seu canto-fala são de fato impressionantes. A partir de um universo (só) aparentemente caótico de informações e referências, Leandro constrói o sistema lógico sólido que norteia os 25 raps reunidos num disco artesanal (uma "mixtape", como chama), batizado de Pra Quem já Mordeu um Cachorro por Comida, até que Eu Cheguei Longe... O jovem artista conta que lançará o primeiro álbum oficial apenas no ano que vem, mas é difícil ouvir a mixtape e não compreendê-la como um disco pronto, completo e muito bem fundamentado.

Ali, percebe-se que o músico leva o hip hop adiante em várias frentes. Ainda que muitas de suas composições não abdiquem da crítica social que caracteriza o gênero, Emicida lança mão de rimas mais elaboradas, de um canto mais dolente, de bases mais suaves e, às vezes, de um lirismo incomum entre os rappers. "Hoje de manhã/ atravessando o mar/ vou me perder, vou me encontrar/ a cada vento que soprar", avisa o refrão de A Cada Vento. Já em Pra não Ter Tempo Ruim, a base cantada por Mariana Timbó é parte da letra de Suíte do Pescador, de Dorival Caymmi.

Afável de maneira oposta à que pode sugerir o agressivo apelido, Leandro diz que o rap e Mano Brown não foram suas únicas referências. "Não posso negar que também cresci ouvindo a Xuxa na televisão..." Tampouco a influência dos perseguidos pagodeiros dos anos 90 ele teme reconhecer, e o faz sem distingui-los de sambistas de maior prestígio entre a classe média. "É parte da minha história essa parada, Exaltasamba, Katinguelê, Art Popular, Negritude Jr., Leci Brandão, Zeca Pagodinho, Martinho da Vila." O rapaz descreve com gosto um outro ponto de referência de quando era bem pequeno. "Meu pai trabalhava como pedreiro. Quando ele morreu, em 1991, minha mãe estava sem emprego e começou a levar a gente aos cultos evangélicos, sem ser evangélica, mais porque depois do culto sempre rolava um rango. A gente colava na macumba também, onde tivesse comida de graça. Eu achava a macumba mais divertida, ficava ligado no batuque. Acho que minha noção de ritmo veio dali. Mas o texto dos pastores, o lance de persuadir as pessoas, acabou me ajudando no freestyle."

Fã de cordéis, Leandro revela total percepção do parentesco maluco entre os seus desafios improvisados e o "rap" bem mais antigo dos repentistas nordestinos. "Um lado da minha cabeça me diz sempre que alguém [dos EUA] estava aqui, viu o repente, voltou pra lá e fez o rap." Ele não usa a expressão "um lado da cabeça" em sentido figurado: "Fazendo freestyle, com o tempo, o seu cérebro começa a ficar dividido. Várias vezes estou cantando no palco e minha cabeça está em outro rolê, fico olhando as pessoas, pensando: 'Ó o chapéu desse maluco, como tem coragem de sair com isso?'. E estou aqui, cantando ou improvisando".



By Bravo Online

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Ex-bóia-fria vira delegado
e cria ONG

http://www.revistafatorbrasil.com.br/imagens/fotos/jose_vicente

O advogado, sociólogo O advogado, sociólogo e delegado de polícia José Vicente, 43, que foi bóia- fria na região e nasceu no Morro do Querosene em Marília, comanda em um dos bairros mais pobres de São Paulo uma ONG para investir na integração social do negro e combater desigualdades sociais.

José Vicente nasceu em 11 de novembro de 1959. Nem chegou a conhecer o pai, que morreu quando ele tinha um ano de idade. Morou na cidade até 1980.


Dos seis aos 12 anos trabalhou como bóia-fria nas lavouras em cidades como Pompéia, Echaporã e Vera Cruz. "Aos seis anos já estava na labuta. Minha família ia para a roça e tinha que levar os irmãos."

A vida de José Vicente começou a mudar quando entrou em bandas marciais da cidade, dentre elas a da Associação de Ensino de Marília. Através da banda, conseguiu um emprego na área administrativa da Faculdade de Odontologia.

"Um dos estudantes falou para eu ir para São Paulo, que eu tinha jeito para a polícia. Daí eu fui", contou.

Diário - Como o senhor conseguiu fazer os estudos para se formar soldado, advogado e sociólogo?

José Vicente - O que me ajudou sempre foi a dedicação, pois é claro que minha família não teria renda para me pagar os estudos. As principais dificuldades foram as mesmas de qualquer família que atuava nesse mercado: pouco dinheiro, nenhum conforto. Fui soldado, advogado e, mais tarde, sociólogo. Hoje delegado de polícia, atuo no Capão Redondo, uma das regiões mais pobres da capital paulista e também sou presidente da ONG Afrobras.

Diário - Qual a relação atual do senhor com Marília?

José Vicente - Marília continua sendo minha cidade, pois tenho vários parentes morando aqui e sempre levo meus filhos para passar férias. Eu mesmo estou sempre na cidade.

Diário - O senhor preside esta ONG que busca dar mais espaço ao negro na sociedade. Quais as principais conquistas da organização e quais os projetos em andamento?

José Vicente - São muitas. Hoje temos 300 alunos bolsistas nas principais universidades privadas de São Paulo e temos escritórios no Rio de Janeiro, Salvador, Piracicaba e Barretos. Temos projetos como cursinhos pré- vestibulares, nossos bolsistas dão cursos de inglês a outros bolsistas e para a comunidade em geral.
Nosso projeto principal é a Universidade da Cidadania Zumbi dos Palmares, cuja primeira faculdade abrirá as portas em 2004 com o curso de Administração de Empresas. Esse curso foi escolhido por nós e aprovado pelo MEC, porque nosso objetivo é ensinar o negro a contar dinheiro, a ser empresário e, assim, melhorar a qualidade de vida e ir aumentando seu poder aquisitivo.

Diário - O senhor disse em entrevista à revista IstoÉ no mês passado que o racismo não tem solução. Diante disso, o que fazer para melhorar a inclusão social do negro no país?

José Vicente - Creio que a situação do negro vem mudando nos últimos dez anos, de maneira paulatina. Estão se criando alicerces que permitem a discussão mais ampliada do tema e a produção dessas primeiras medidas, que podem fazer a inclusão social do negro. Além disso, já há maior visibilidade do negro em alguns setores, o que serve de exemplo para nossos jovens, mostrando a eles que eles também podem chegar lá.
À sociedade civil cabe cobrar que os projetos e leis existentes sejam cumpridos e também cobrar das empresas que querem que compremos seus produtos: onde estão os negros nessas empresas? Qual o retorno que a comunidade negra terá consumindo estes produtos?

Diário: O senhor já foi vítima de racismo?

José Vicente - Já fui vítima de racismo sim, mas hoje não penso nisso, pois esse preconceito, com certeza, foi o que me deu forças para chegar onde estou e para lutar pelos meus ideais e pela comunidade.


Conheça Melhor a Afro Bras

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Tenho certeza que nesta altura esta música já esta divulgada na maior parte dos blogs da banda, neste blog particularmente o CFK já é de casa, e ao escrever este texto deixei de lado todo o formalismo que este Blog preocupa-se em apresentar, não tem tava haver com o colectivo, apenas venho um bom motivo pra exteriorizar o meu ponto de vista. Domingo estive em casa do Kool Klever e desfolhava a revista CARAS e fiquei surpreso com uma reportagem sobre o CFK, e logo conclui, meu puto CFK chegou aqui com mérito próprio, não arquitectou planos, nem participou de esquemas, ele batalhou e nós acompanhamos este processo.

No dia 5 de Novembro, as 13h:48 recebi o e-mail do CFK com essa novidade, sempre humilde e com bastante respeito escreveu:
«Holla Dino...
Envio-te esta música, quase em primeira mão porque já tem no meu website (hehe) e espero que consigas um tempinho para postá-la no teu blog, ou pelo menos, ouvires e me dizeres o que achaste dela. Deixo abaixo um pequeno texto caso precises de alguma informação da cena (Ou até msm postar). Enfim, o profissional és tu neh hehe.Paz!

"Tem se tornado habitual ouvir sons do Cfkappa, mas o toque especial nesse habitual e' a versatilidade que procuro passar ao pessoal a cada som novo (para que não seja "só mais um do Cfkappa...).
A história desse som, Eu considero um tanto quanto inspiradora pois ele surge da minha necessidade de fazer o meu rap 'a minha maneira, sem me preocupar com o que as pessoas poderão vir a comentar negativamente, sem me importar com o conceito que as pessoas tem de mim (no que se refere a um Cfkappa que faz Underground ou um Cfkappa que faz Mainstream). Acho que as palavras nessa música espelham perfeitamente tudo aquilo que sinto, penso e sou dentro desta cultura.
Na música vocês irão encontrar vozes da Debora (que entrevista), Kennedy Ribeiro (O Cérebro da Cérebro Records), Valete e Azagaia.


Eu tenho um carinho muito especial por essa musica, principalmente por te-la escrito toda de coracao, me baseando no que eu sinto.

O beat tem a produção de Kennedy Ribeiro e espero que gostem... O som esta' disponivel na secção "KAPPA-DOWNLOADS" e logo em breve nos blogs abaixo e ate´mais (espero):

* www.lusohiphop.blogspot.com
* www.cenasquecurto.blogspot.com
* www.madtapes.blogspot.com
* www.dinocross.blogspot.com

Podem tambem ouvir a mesma e comentar nas minhas paginas da web:
* www.reverbnation.com/cfkappa
* www.myspace.com/cfkappa1".
Para mim CFK já disse tudo, só peço que deixem também aqui neste blog os seus comentários
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Já aqui falamos dos Mgrantes, mas recondando, é um grupo de angolanos residentes do Brasil e esta fazem parte deste grupo o Mário Wizlle, o Narrador e o Niclas Leman o produtor e mc. Esta música tem como título "Rei Delas" e é a promocional do album que em breve chega a Luanda.
Em Dezembro estarão Angola e espara-se deles uma performance no espaço Bahia. Enquando se espera, vamos ouvindo um pouco do que o grupo tem feito nas terras de Lula, para isso basta o simples clique em ....



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O Phat é um MC que faz parte da Golden era do Rap de Portugal. Ele pertence aos SHOTGUN, sendo estes um dos grupos pioneiros de Rap Kriolo que surgiu em meados de 90. Neste momento encontra-se a gravar uma Mixtape e nesta entrevista vai falar um pouco dos seus projectos.

HIP HOP




FONTE:

(UM DOS MELHORES SITES DE HIP HOP)



ANDREIA QUARESMA

BLACK VIBE

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Nascido em Lisboa, a 7 de Fevereiro de 1984, David Cruz sempre sentiu a música de um jeito especial. Pode-se mesmo dizer que a música lhe corre no sangue, já que o pai é um apaixonado da guitarra. Crescendo rodeado de música, dos sons de Cabo Verde trazidos pelos pais ao hits de Michael Jackson trazidos pela MTV no princípio dos anos 90, desde muito cedo David começou a fazer música.

Dos bancos da igreja às bandas de garagem, o jovem lisboeta ia fazendo crescer cada vez mais o seu gosto, soltando a voz entre acordes de guitarra que ia aprendendo a tocar. Em 2003, SIC lançou o programa Ídolos e entre 10 000 candidatos, escolheu 10 cantores para a fase final, sendo o David um deles.

Este programa serviu de rampa de lançamento para uma série de trabalhos musicais. Em 2005, entrou no primeiro projecto musical com a dupla de produtores TL Dreams, apresentando um tema da sua autoria. No ano seguinte, fez sucesso com uma participação especial no álbum de estreia do cantor cabo-verdeano Eddu, 'Prendem na bo' no tema de sua autoria “I Just Wanna Know”.

Pouco tempo depois, David foi convidado pelo artista de Hip-hop Sam the Kid a juntar-se à sua tour como um dos vocalistas de palco. Com Sam, David percorreu alguns dos palcos e Festivais mais importantes do país, tendo actuado também nos Estados Unidos (Trinity Festival), Alemanha e Áustria. Em 2008, tendo terminado o tour, foi convidado a participar no tema Dopping, inserido na reedição do álbum Pratica(Mente) de Sam the Kid.

Além disso, participou também nas gravações de 2 temas do grupo “Nigga Poison”, em 2 temas da Mixtape do Dj CruzFader e num tema da compilação BestOff. Ainda no segredo dos deuses, mas com data de lançamento apontada para o final do ano, David está também a trabalhar no seu primeiro projecto a solo.

Andreia - Conta-nos como começaste a tua carreira e quais ou quem foram as tuas influências.

Cresci rodeado de música, dos sons de Cabo Verde trazidos pelos meus pais ao hits de Michael Jackson trazidos pela MTV no princípio dos anos 90, desde muito cedo eu comecei a fazer música. Com 11 anos aprendi a tocar guitarra e aos 13 era baixista de uma banda de garagem. Entre tocar com a banda, e de cantar em coros de igreja, em 2003, surgiu uma primeira grande oportunidade. A SIC lançou o programa Ídolos, um concurso musical que, entre 10 000 candidatos, escolheu 10 cantores para a fase final, e eu fui um deles.. :)

Andreia - Como artista, o que trazes de novo à música e o que tens de especial para que as pessoas te oiçam?

Bem, isso terá o povo que avaliar, mas, em primeiro lugar não quero ficar preso a um só estilo musical, gosto de fazer musica em tudo o que sinto, tanto é que ja faço hip-hop soul, zouk, neo-soul, funk e mais recentemente House Music... Eu acho que o hip-hop soul tá muito pouco explorado em portugal, em português e em criolo, e ai sim acho que trago novidade.

Andreia - Que tipo de temas costumas abordar nas letras das tuas músicas?

Inevitavelmente falo muito de Amor, porque acho que é um sentimento que nunca é demais falar nele, e cada um tem a sua forma de se expressar, sendo assim há sempre coisas novas para se descobrir e falar. Gosto de falar da minha Geração, das nossas boas e más influências, respeitando sempre a geração anterior que foram os que acabaram por abrir-nos muitas portas. Não sou muito de intervenção mas ja aconteceu também porque há de facto coisas que não entendo e quando tenho oportunidade expresso-me.

Andreia - O que achas desta "guerra" entre música comercial vs underground? A tua música é comercial ou underground?

Eu sinceramente não percebo onde termina o underground e começa o comercial. Se underground é musica de guetto, eu já vi musica de guetto a vender bué. Se o comercial é aquela musica que foi feita para vender, eu vi muita coisa que passou completamente ao lado.. Para mim há só uma definição para underground, que é musica vinda de subúrbios que trazem uma mensagem consciente para as gerações seguintes. O comercial dizem que é o que passa na tv, radio, disco, enfim... Pra mim pode ser apenas o fruto de um trabalho bem conseguido... Bem, mas isto so para dizer que para mim existe bom e mau comercial como underground.

Andreia - Como é uma actuação tua ao vivo?

Gosto de dar ao pessoal a energia eufórica em festivais, como gosto daquele ambiente unplugd de um simples Café - Concerto. Mas nada melhor do que verem um concerto e tirarem as vossas próprias conclusões.

Andreia - Vives somente da música ou tens outra profissão?

Neste momento lá vou segurando as pontas só com a música, o que não é nada fácil num pais como Portugal...

Andreia - Qual é aquela música que nunca pode faltar no teu mp3?

Sunshine - Raul Midon (simplesmente único)

Andreia - Neste momento quais são os teus principais objectivos a nível pessoal e profissional?

Neste momento tenho a minha alma virada toda para o meu álbum que estará pronto (se nada falhar) a meio do próximo ano. Já fiz tantas participações com tanta gente, actuei com tanta gente, e acho que estou preparado para assumir o cargo principal.

Andreia - Mesmo que não consigas ter sucesso na música, vais continuar a lutar até conseguir?

Claro que sim, tendo ou não tendo sucesso, hão-de levar sempre comigo ;) Talvez não tendo sucesso a musica, deixe de ser prioridade mas vai estar sempre em mim.

Andreia - Deixa uma mensagem especial aos leitores do Blog Black Vibe/Naçao HipHop.

Sejam bons ouvintes e bons críticos, a música portuguesa e feita em Portugal precisa de vocês. Beijos e Abraços


Deixa-me o Soul

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Quem Perdeu

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I Just Wanna Know (com Eddu)


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Visitem
www.myspace.com/DavidCrux


Esta entrevista foi feita por Andreia Quaresma.
Se quiseres copia-la põe o nome e respectivo blog de onde foi tirada.

BLACK VIBE
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A NEW PRODUCTIOM E A FLYHOUSE (NEW PRO.) APRESENTAM:
MIXTAPE “CIDADE SOB PRESSÃO” - BIDGÉ O FLYBOY (O COMERCIAL COMPULSIVO)

MEUS NIGGAZ AI TÊM OS SONS PROMOCIONAIS DA MIXTAPE CIDADE SOB PRESSÃO:
A MIXTAPE QUE TRAX (20) MUSICAS E (03) SONS PROMOS O ALBUM: TAPETE VERMELHO.

LISTA DOS SONS PROMOS DA MIXTAPE “CIDADE SOB PRESSÃO”

1.COMERCIAL COMPULSIVO part. I
2.FOGOS NOS CLUBS
3MANDA HAM, HAM
4.TRANCADO A 7 CHAVES


DOWNLOAD AQUI


VENDA E SESSÃO DE OUTOGRAFOS NO DIA 19 DE DEZEMBRO DE 2009
NA PRAÇA DA INDEPENDÊNCIA
POR APENÁS 500 KZS


VENDAS AO DOMICÍLIO PELOS CONTACTOS:

923 866966
923 726206
flyboyrap@yahoo.com
bidgeflyboy@gmail.com
bidge_o_flyboy@live.com.pt


E JÁ TO A PREPARAR O ALBUM “TAPETE VERMELHO”
E DEPOIS A MIXTAPE “TRANCADO A 7 CHAVES”

APROVEITAREI A VENDA DO SINGLE PROMOCIONAL DO MEU NIGGA MC PATOU QUE ESTARÁ OFICIALMENTE A VENDER NESTA DATA.

[Leia o Conteudo Completo]



Aki esta o link do single da Bomba Verbal 3(Nyo Kolman)
Clique Na Imagem pra Download


Mixtape "O'Click" De Volta Ao Game

Clique Na Imagem pra Download

Mixtape do Eddy J Hot shit Vol 2
Clique Na Imagem pra Download


Temos muito mais!basta ficarem atentos porque estes niggas não descansam...Estas mixtapes contam com as participações de Young Warrior, Soulja, Bad Newz(Artilharia Pesada), Nga, Pizzy (Bang Star) e muito mais!!Damnnn muitos mambos!!
Hahaha desculpa o desabafo...Vou deixar aki as fotos de algumas capas caso seja postado alguma informação que deixei aki...obrigado, tamos juntos!One

www.myspace.com/nyokolman
www.myspace.com/o39click
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Arley Stone é um rapper Cabo-Verdiano, do bairro do Zambujal de Loures e faz parte da crew MDPWarriorz. Começou há 10 anos atrás a fazer hip hop e é um apaixonado por poesia. As suas letras são baseadas no que acontece no seu dia a dia e na realidade em que vive. Não te esuqças de visitar o seu MySpace.


Andreia - Conta-nos como começaste a tua carreira e quais ou quem foram as tuas influências.

Eu não posso falar em carreira ainda, mas posso dizer-te que esse percurso começou há 10 anos atrás. Desde puto, sempre gostei da música e de fazer poesia, mas entretanto não conhecia o Hip Hop... Mas em 99 quando tive os meus primeiros contactos com a realidade Hip Hop foi amor à 1a vista. A minha maior influência foi e é... Nas! Yeh... No doubt!

Andreia - Como artista, o que trazes de novo à música e o que tens de especial para que as pessoas te oiçam?

O que eu trago de novo!?...Trago eu e a minha musicalidade. Usando as palavras do "teacher" KRSOne, "Hip Hop é o que vivemos!" Trago o que eu vivo em forma de Rap. Se me perguntarem se a minha música é especial, digo que sim.Mas o público sempre tem uma 2a palavra, por isso a melhor maneira mesmo é ouvir, perceber e tirar a conclusão.

Andreia - Que tipo de temas costumas abordar nas letras das tuas músicas?

A minha música é o que eu vivo... Falo de tudo. Desde Metafisica à conversa de rua, da Teologia ao crime e à profanação... Do amor ao fanatismo, da escravatura á globalização. Ou seja, falo de mim e da minha experiência na aventura da vida. De um indivíduo que nasceu no campo, num país do terceiro mundo, filho de pai analfabeto e de mãe vendedora ambulante, que hoje é licenciado e vive num país da união europeia. É neste percurso que a minha música nasce.


Andreia - O que achas desta "guerra" entre música comercial vs underground? A tua música é comercial ou underground?

Eu não vejo as coisas bem nessa optica. Eu diria que há uma luta entre música verdadeira e falcatrua. Muitos que andam paí a dizer que fazem Hip Hop simplesmente tão a destruir a cultura... Hip hop é uma cultura e como qualquer cultura tem: rituais, valores e símbolos, que o identificam. Portanto, quando alguem não respeita essas regras básicas, não está nem a fazer nem a ajudar, mas sim a distruir a cultura. O meu Hip Hop é livre, underground é o que eu sou.



Andreia - Como é uma actuação tua ao vivo?

Eu digo que a actuação é a melhor parte de todas... é onde tudo acontece "live in color" e onde eu me sinto feliz. É simplesmente inesplicável a emoção que o palco me dá! Costumo chamar do "estádio de loucura.

Andreia - Vives somente da música ou tens outra profissão?

Ainda vivo do meu trabalho e faço música porque amo e creio que tenho um contributo a dar. Em Portugal viver de Hip Hop ainda para muitos é complicado.

Andreia - Qual é aquela música que nunca pode faltar no teu mp3?

Não tenho nenhuma track em especial... Na verdade tenho muitas, mas uma certeza é que nunca pode faltar Hip Hop... Real Hip Hop!
Andreia - Neste momento quais são os teus principais objectivos a nível pessoal e profissional?

Pah nesse momento tou focado em conseguir algo na minha área de formação,"Sociologia", e atento à oportunidades que me permitam manter close to Hip Hop.

Andreia - Mesmo que não consigas ter sucesso na música, vais continuar a lutar até conseguir?

O sucesso no Hip Hop, pra mim, é ver mar de gentes a vibrar comigo, é receber uma crítica objectiva e sincera... é lançar os meus projectos e por último a cereja no topo do bolo será cantar no festival da Gamboa em Cabo Verde! Umas tenho certeza que vão acontecer, outras nem por isso... Mas Hip Hop vou fazer jusque à la mort!

Andreia - Deixa uma mensagem especial aos leitores do Blog Black Vibe/Naçao HipHop..

Yah, espero que leiam, e tirem conclusões objectivas, pois a subjectividade é nociva. Hip Hop é uma cultura, procurem conhecer a sua história, os seus elementos e se se sentirem preparados espalhem a mensagem até aonde a vossas vozes consiguirem chegar. E não se esqueçam! Não acreditem na propaganda, procurem conhecer e construam a vossa concepção e a vossa verdade! Eu sou Arley Stone aka Voz di 3ª sociedadi. One Love!!! Obrigado especial a ti Andreia!

www.myspace.com/arleystonegangbangrec


Esta entrevista foi feita por Andreia Quaresma.
Se quiseres copia-la põe o nome e respectivo blog de onde foi tirada.

BLACK VIBE

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PUNHOS CERRADOS é um grupo de hip-hop, da zona de Vila Real (Portugal) constituido pela dupla de mcs Ghandim & Royal Nigga. Punhos Fortes contra uma sociedade comercial e sem valores, por um hip hop real e puro


Já está diponivel para download gratuito o álbum ALQUIMIA SONORA. Baixem.



DOWNLOAD HERE
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A nova MixTape de NGA, Impakto Pt 3, já está disponivel para download.

É só clicar nos links em baixo.

http://3.bp.blogspot.com/_dSIz7qsYxLs/SvAEBMyoHhI/AAAAAAAACNo/TOD-uxbzm3s/s400/Nga_-_Impakto_Pt_3_%28Frente%29.jpg

Links: ZShare ll YouSenIt ll SendSpace


ANDREIA QUARESMA

BLACK VIBE

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Baba tem 23 anos. É de Lisboa, mas vive actualmente em Oslo. É um músico multi facetado. Não se prende num só estilo, passeando entre RnB/Raggae/Soul até ao House/Electrónica. Tem diversos projectos e sonhos para realizar. Fica a conhecer melhor este músico.

Andreia - Conta-nos como começaste a tua carreira e quais ou quem foram as tuas influências.

Bem, a minha carreira começou mais ou menos 8 anos atrás. As minhas influências, nessa altura, eram artistas como Pavarotti, James Brown R.KELLY ;) Sempre escutava muita música destes artistas e decidi ir para uma escola de canto, em que fiquei durante 1 ano a trabalhar a minha voz. Foi ai que tudo começou..

Andreia - Como artista, o que trazes de novo à música e o que tens de especial para que as pessoas te oiçam?

Como artista tento sempre dar tudo de mim nas minhas musicas, ser eu próprio, não tentar imitar o próximo... O que tenho de especial é a minha energia, paixão e humildade..

Andreia - Que tipo de temas costumas abordar nas letras das tuas músicas?

Normalmente sou um pouco romântico, mas gosto de escrever sobre o que se passa no dia a dia ;)

Andreia - O que achas desta "guerra" entre música comercial vs underground? A tua música é comercial ou underground?

Acho que temos de ser 'open mind', porque se queres ganhar a vida como músico, neste caso em Portugal, tens de ser um pouco dos dois lados, para ter um balanço ... Neste caso, a minha musica tá dividida entre o comercial e o underground...

Andreia - Como é uma actuação tua ao vivo?

A minha actuação acho que é muito boa. Tenho sempre muito contacto com o público e sou muito enérgico. Dou tudo no palco..

Vives somente da música ou tens outra profissão?

Tirei um curso de cozinheiro e trabalho num restaurante. Ainda não da para viver da música..

Andreia - Qual é aquela música que nunca pode faltar no teu mp3?

A musica chama-se Far Away, do cantor Jamaicano Tarrus Riley..

Andreia - Neste momento quais são os teus principais objectivos a nível pessoal e profissional?

Os meus objectivos neste momento é tentar lançar o meu CD e abrir um negocio na área de restauração.

Andreia - Mesmo que não consigas ter sucesso na música, vais continuar a lutar até conseguir?

SIM, sempre! Parar é morrer. Enquanto tiver toda a vontade de vencer na vida, vou até ao fim na musica e hei-de conseguir..

Andreia - Deixa uma mensagem especial aos leitores do Blog Black Vibe e Naçao HipHop.

A minha mensagem é para ficarem atentos nos meus movimentos em termos musicais, visitarem às vezes o meu myspace, verem as novidades e darem sempre uma opinião. TUDO que fazemos por amor e com muito sacrifício, sai sempre bem. Para todos vocês ONE LOVE. Thanks.

Visita o MySpace do cantor de Soul Music Baba


Esta entrevista foi feita por Andreia Quaresma.
Se quiseres copia-la põe o nome e respectivo blog de onde foi tirada.

BLACK VIBE

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