"Gigantes" é o novo single do grupo G2H (Gerason Dozagá) e ta conta com a participação de Victor Duarte, Box & Dj Avatar d[o x]b Prod.
G2H é um coletivo hip hop de Assomada, Cabo Verde. "9 Kanderu" em produção mas ainda sem data de lançamento já é esperado por muitos fans do Hip Hop Cabo-Verdeano e não só.
Eles sublinham: "Sukuta, Xinti, Viaja ku noz na tempo i na spassu! Gigantis, é kel ki mi, é kel ki bo nu podi ser yoh!"
G2H (Gerason Dozagá) é um grupo de rap de Assomada, Cabo Verde, que a quase 10 anos trazem good vibes, energia e muita adrenalina nas suas músicas. Após um longo hiatus eles estão de volta, com olhos focados no futuro, em fazer boa música, a melhor que eles puderem (eles prometem) e agitar o cenário Rap Kriolo.
Seu primeiro single intitulado "Para La" foi lançado oficialmente ontem e já tem chamado a atenção do público, pela vibe diferente.
O cover conta com a participação da linda Camila Klein.
Esta semana o rapper Rashid lançou seu site oficial, onde os fãs poderão saber as recentes novidades, e disponibilizou 49 musicas para
poder baixar de graça, como forma de comemoração. Futuramente poderão aceder à seção ''download'' para mais surpresas.
International Known é uma coletânea realizada pela Nomadicwax, uma label especializada em hip hop e música underground feita no mundo inteiro. Esse projeto junta mc's do mundo inteiro e nesta edição conta com rappers de mais de 30 países. Chachi Carvalho, 4rt Kapa & Shokanti juntam-se a Izzy Productions e participam com uma faixa inédita “Mon Nu Ar” (Cape Verde/U.S.A.).
Visite o site e faça o download gratuito deste projeto e conheça mais projetos dessa editora:
Lançado em 01 March 2012
Presented by: Nomadic Wax, Zero Plastica, PH Music
Executive Producer: Magee McIlvaine
Producer: Nomadic Wax
Co-Sponsors: World Hip Hop Market
Project Managers: Magee McIlvaine, Dumi Right & Dj Nio
Mix: DJ Boo
Special Thanks: Greg Schick, Diane Ghogomu, Breese McIlvaine, Hired Gun Host: Dumi Right Graphic Design: Fifty Fifty
Quando música e política se unem, fatalmente um de seus destinos é a inovação. O reggae jamaicano, o punk inglês e o hip-hop americano são alguns exemplos encontrados no século passado. A África, mais precisamente a Nigéria, também é cúmplice dessa afirmação. Capitaneado pelo multi-instrumentista Fela Kuti, o Afrobeat combinou protesto e uma mistura de ritmos que até hoje influencia muitos artista
Junção de jazz, funk, highlife - estilo musical que dominou o oeste da África - e ritmos africanos tradicionais, o afrobeat traz ingredientes que foram misturados à medida que o músico nigeriano Fela Kuti (1938 - 1997) cultivava novas experiências musicais. Era a virada dos anos 60 para os 70, e esse "caldeirão de ritmos" chegou a arrancar elogios efusivos do próprio James Brown. Nascido no estado de Ogun, numa família de classe média, Olufela Olusegun Oludotun Ransome-Kuti foi educado com hábitos ocidentais pelo pai, o pastor anglicano Israel Oludotun, que também era diretor de escola. A rebeldia herdou da mãe, Funmilayo, famosa ativista feminista. Aos 20 anos, partiu para Londres p ara estudar medicina, como seus irmãos Beko e Olikoye, porém era a música e suas vertentes rítmicas que faziam, de fato, a sua cabeça. Na capit al inglesa, Fela Cuti se casou com Remi Taylor, com quem teve três filhos, e em 1961 formou a banda Koola Lobitos, que tocava highlife, rock psicodélico e jazz. Diplomado em música, com especialização em saxofone (instrumento de sua preferência), Fela voltou para a Nigéria em 1963, onde gravou alguns discos sem muita repercussão. Na verdade, o inquieto jovem queria algo diferente, novo, um caminho musical autêntico. E foi em Acra, capital de Gana, que tudo começou a fazer sentido para ele, durante um show de Gerald Pino, músico nascido em Serra Leoa, radicado na Nigéria, que o deixou de queixo caído. Pino já destilava as influências do soul e do funk norteamericanos. Era aquilo!
Nos Estados Unidos, em 1969, Fela Kuti fez alguns shows com o Koola Lobitos, mergulhou no funk, nas músicas de James Brown, e passou a ter contato com o Movimento Black Power. Pronto! As ideias dos Panteras Negras começam a influenciar fortemente as letras de suas canções. Com a consciência política, a crítica aos governos (ver Fela, presidente!), a reivindicação se unindo à mistura de ritmos, a alquimia aconteceu. Uma cobinação pra lá de explosiva! Sem visto de trabalho, porém, ele e a banda foram obrigados a deixar o solo americano, não sem antes realizar uma sessão de gravação em Los Angeles que, mais tarde se tornaria o álbum The '69 Los Angeles Sessions. Outra vez na Nigéria, Fela rebatizou a banda de Nigéria'70 e, depois, Afrika'70. Com letras baseadas nas mensagens do líder Malcolm X, começavam a ecoar os primeiros acordes de um capítulo importante da história da música africana e mundial!
UMA REPÚBLICA INDEPENDENTE
No início dos anos 70, porém, Fela Kuti não se destacou no cenário internacional apenas por ter criado esse caldeirão de ritmos chamado afrobeat. Ele também cumpriu importante papel político na Nigéria e em toda a África, protestando contra os regimes autoritários em seu país e no continente. O discurso de contestação o levou, em 1974, a transformar sua casa em uma comuna que denominou de República Kalakuta, independente da ditadura nigeriana, onde vivia com outros músicos e suas 27 esposas, muitas delas, dançarinas e vocalistas de seu grupo. Kalakuta tornou-se uma trincheira de resistência política e cultural, onde as mulheres atuavam ativamente, inclusive, na defesa do local contra os ataques do exército nigeriano.
O grande sucesso, em 1977, da música Zombie, denunciando os desmandos e ridicularizando o exército, despertou a fúria incontrolável do, então, presidente Olusegun Obasanjo. Entre as incontáveis invasões das forças armadas à comuna, espancamentos, prisões e outros atos de violência, um episódio marcou profundamente a vida do artista, quando cerca de mil militares atacaram o local, destruíram instrumentos e gravações raras, incendiaram a casa e o estúdio. Sua mãe, já idosa, foi arremessada pela janela da casa e morreu. Como reação, Fela enviou o caixão da mãe ao quartel-general, em Lagos, com as gravações das canções Coffin for Head of State (Caixão de Chefe de Estado) e Unknown Soldier (Soldado Desconhecido), uma ironia à declaração oficial de que a violenta agressão partiu de um soldado não identificado.
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Obi muzika máz tokádu 2 mês konsikutivu na Praia F.M. "Keli é Praia"
Visita site http://www.csfluoxetina.blogspot.com/ e escolha a música que mais gostou e escolha a música para o primeiro video clipe do Fluoxetina. Veremonos lá.
O hit "Keli é Praia" conquistou o top na Praia FM duas vezes consecutivas. Disponibilizado pelo Manager do grupo. Aproveitem este grande álbum.
'World Massala' é o novo single e título do quarto disco de originais dos Terrakota, que será lançado em Outubro de 2010. No vídeo, seguimos a banda movendo-se de rickshaw (mototaxi) nas multi-povoadas ruas de Nova Delhi.
Para promover o teu trabalho no Blog Naçao HipHop basta enviar-nos um email com um pequeno texto informativo sobre o teu trabalho + capas ou fotos + os respectivos links de download ou videos. (usem apenas um dos emails, consoante o vosso país)
Se és do Brasil, Guiné ou Angola envia email para:
B@ng - Pe Na Strada [Mix-Trap Completo] (Download)
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"Pe Na Strada" é um Mix-Trap i um lema di B@ng, rapper residente na Somada,
membro di grupo Os Matadores (MTDRS), criado na Lem Ferreira na Praia undi
é...
Allen Halloween - UNPLUGUETO [Álbum]
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Já está disponível o quarto álbum de Allen Halloween intitulado
"UNPLUGUETO". Podem ouvir o álbum na integra abaixo e podem comprar em
formato físico no si...