sábado, 9 de junho de 2012

Emicida é Entrevistado Pela MTV Norte Americana

Nesta Entrevista Emicida fala sobre o começo de sua carrera , como começou no rap, nas batalhas, fala sobre como é ser um artista independente, fala sobre sua musica estar na trilha sonora de um jogo de video game.. fala sobre o rap paulista e brasileiro no geral...e muito mais.. confira a Entrevista.
 De uma criança desenhando histórias em quadrinhos na periferia, para um campeão de batalha de Freestyle e, eventualmente, o jovem monarca da cena do  rap no Brasil , EMICIDA tem muito a se sentir bem. Através de uma combinação de fluxos qualificados, hustle base e esclarecido, internet, EMICIDA consegui sucesso , para tornar-se um dos artistas que puxam  o Rap Brasileiro para fora do underground, onde morou por décadas.

Em 2011, EMICIDA abalou o estágio no prestigiado Rock in Rio Festival, e fez uma aparição no Coachella , bem como, sob os auspícios da Vice’s Creator’s Project. Este ano, foi anunciado que EMICIDA seria um dos principais contribuintes para a trilha sonora para o Max Payne 3 jogos de vídeo, que é definido em sua cidade natal de São Paulo.

Nós conversamos com EMICIDA por telefone e ele falou sobre a cena do hiphop brasileiro, a vida em favelas de São Paulo, e por que ele é o único rapper que não fuma maconha.

Então - como você se envolveu com o rap para começar?

Bem,  no Brasil nos anos 80 era muito comum em São Paulo ter festas de rua. Meu pai era um DJ, e ele era o chefe de uma dessas danças de rua, assim que eu cresci ouvindo seus discos. Naquele tempo, eu ouvi alguns dos clássicos, verdadeiramente históricos, rappers brasileiros. Pepeu e Racionais MCs - as pessoas daqui. Ao mesmo tempo eu também estava ouvindo Public Enemy e Força Soul Sonic. E foi assim que a porta se abriu.

Era algo importante o  rap no bairro onde cresceu?

Sim. A música de São Paulo é o rap. Ele compartilha um espaço com [baile] funk, rap, mas é realmente a música oficial de São Paulo. todos na periferia, nas favelas de São Paulo, tem um respeito, uma admiração e muito amor para o rap e a cultura hip-hop.

É interessante para mim, porque esse não é o caso em outras regiões do Brasil - no Rio ou no Nordeste, não é?

Bem, o rap é música urbana e tem a ver com o que se passa na cidade. Eu acho que São Paulo é muito semelhante a Nova Iorque e que o elemento comum da cidade leva as pessoas para o rap. Cultura viaja até aqui rapidamente e as pessoas estão sempre ligados ao que há de novo.

Foi só rap e o DJ ou foram os outros elementos do hip hop - grafite, breakdance - também importantes no seu bairro?

Na verdade, todos os quatro elementos estão fortemente presentes. Nas festas de rua  você sempre ve b-boys dançando e graffiti sempre foi pintado no capô ". Temos algo chamado " pinchação "[marcação], que é um tipo diferente de graffiti do que você tem lá. É a partir de São Paulo especificamente, com apenas letras e domina toda a cidade. Traz cor à cidade.

Quando você percebeu que tinha talento para batalhas de rap?

As  primeras rimas que eu fiz foi para os quadrinhos, gostaria de criar minhas próprias histórias e desenhos. Então eu comecei a improvisar rimas, brincar com meus amigos em festas ou na escola, sacaneando eles. Eventualmente, nós começamos a ir para as partes  b-boy em Santa Cruz, que sempre teve períodos distintos para dançar e para as batalhas de freestyle. No início não tínhamos dinheiro para entrar, e nós apenas lutavamos do lado de fora do clube. Foi nesses clubes que comecei a ganhar e meu nome começou a crescer.

Pelo que tenho lido, a internet foi uma grande parte de sua carreira decolar, não é?

Sim, mas isso foi depois. Eu tinha um computador em 2006, e foi então que comecei a entrar e ver como ele poderia trabalhar com a minha música. Então eu comecei a distribuir a minha música através de Orkut, MySpace, MSN Messenger, todas essas redes sociais que eram muito populares, e assim as coisas começaram a se espalhar. Quando YouTube explodiu no Brasil, minha carreira realmente começou a pegar, porque as pessoas começaram a compartilhar os vídeos de batalha.

Antes copmo era a Forma que você distribuia sua música?

Antes eu estava com CDs na minha mochila, e eu apenas seguia as pessoas ao redor do lugares, dizendo: "Ei, confira o meu som", ou "Ei, eu estou jogando em qualquer festa!" Eu jogo para o bairro danças, ao longo da zona norte perto da minha casa. Eu tive alguma visibilidade dessa maneira no bairro, mas eu precisava de coisas maiores, de modo que a internet foi muito positivo para mim nesse sentido.

Você acha que poderia ganhar a vida fora do rap?

Não, eu não tenho essa ambição. É muito difícil fazer uma vida na música no Brasil. Estudei design gráfico, e queria trabalhar em outra coisa. Então, ao longo do caminho, graças a Deus, a música começou a tomar mais tempo e pagando.

Qual é a sua canção mais popular, e qual é a história por trás disso?

Id 'dizem que é "Triunfo" ("Triumph"). É uma canção que fala sobre vinda de baixo para cima, sobre estar no gueto, mas mantendo a cabeça erguida, sobre ser um pária e trazer um bom lutador. É o que eu diria a todos os irmãos que estão aqui na rua, seja qual for a razão que ele chegou lá.
Confira o Video da Musica


Que tipos de temas que você mais gosta de abordar em suas letras?

Eu gosto de escrever músicas que são reflexivo. Às vezes eu fico em questões filosóficas. Eu não posso escapar temas políticos, que está sempre presente na minha música, sejam eles explícitos ou não. Mas eu gostaria de ter a vida como tema principal, como a composição principal. Eu gosto de sair na rua, e quando você ouve uma das minhas músicas você pode dizer que este ou aquele vizinho ou alguém por perto viu ou viveu.

Rap em São Paulo é conhecida por ter uma vantagem política, certo?

Sim, o rap brasileiro é sócio-político, estamos muito intenso sobre isso e é algo que estamos muito orgulhosos. Tem sido difícil trazer isso para o hip-hop como entretenimento. Há uma grande quantidade de pessoas que dizem que você não pode ser político e estar na televisão. Mas agora, eu acho que nós estamos vivendo um momento muito bom, porque autêntico hip-hop das ruas está ficando maior e agora tem maior circulação no Brasil. Eu acho que a cena hip-hop do EUA serve como um grande exemplo para nós, podemos seguir em alguns aspectos, mas também aprender com seus erros.

Isso é exatamente o que eu queria perguntar-lhe sobre - como você se vê neste momento em que você e criolo e vários rappers brasileiros estão ficando de Repente cada vez mais com visibilidade ?
Eu me vejo como um pioneiro dentro da cena, abrindo caminhos em toneladas de lugar  com a música desta geração. Em 2003 tivemos um episódio muito triste quando o maior rapper do Brasil, Sabotage, foi assassinado . Sua morte realmente abalou o movimento hip-hop em todo o Brasil, e eu acho que nós estávamos em uma depressão coletiva. Começamos a levantar de que um pouco em 2008, quando "Triunfo" saiu.

Quem são alguns outros rappers da cena que você recomendaria?

Rael da Rima , Ogi e Flora Matos . Esses três artistas são fascinantes e eles são ótimos exemplos do que está acontecendo no Brasil.

São Paulo - para aqueles que não conhecem bem a cidade - o que o torna um lugar interessante na sua opinião? O que inspira você sobre a cidade?

Muitas pessoas pensam que São Paulo é apenas uma cidade densa, triste, onde ninguém fala com o outro porque é uma metrópole tão grande. Mas eu acho que São Paulo também tem um lado muito acolhedor. Para as pessoas que visitam São Paulo, eu recomendo visitar os arredores, onde é cheio de cor e vida, muito diferente do cinza da cidade. As pessoas devem ir ver o Samba da Vela, para ver as raízes do samba e tem um 'caldinho de feijão "(caldo de feijão), em uma atmosfera familiar. Você podia ir ver as batalhas em Santa Cruz, onde todos os MCs de freestyle na rua, ou você poderia ir ouvir poesia. Essas coisas lindas aqui em São Paulo, mas as pessoas não compartilham que, ao invés disso eles só falam sobre como São Paulo é poluída e congestionada.

Então, para você é verdade que " Nao Existe Amor em SP ", como a canção criolo vai? (Que não há tal coisa como amor em São Paulo)?

Não, eu não concordo, eu não assinar sobre essa frase, porque a música em si mostra que o amor existe aqui, você sabe, e há pessoas que procuram espalhar isso e cantar sobre essa busca pelo amor. Eu acho que é uma grande canção, mas eu não concordo que não há amor em São Paulo, eu sou prova de que, mesmo criolo é uma prova disso.

Eu li que você está  trabalhando na trilha sonora para o vídeo game Max Payne 3, que acontece em São Paulo. Eu acho que é muito legal que eles decidiram colocar o jogo no Brasil urbano.

Sim, isso ocorre completamente em São Paulo, e milhares de pessoas, muitos dos meus amigos, juntaram suas vozes ao mesmo, há personalidades que falam Português no jogo - ele vai ser incrível!


Como você se envolveu neste projeto?

Rockstar Games estava pesquisando a música brasileira, e eles estavam procurando por um artista que poderia personificar e mostrar a cidade através da música. Coincidentemente eu estava trabalhando em Nova York, por isso agendada uma reunião, e foi resolvido. Eu vou estar contribuindo com um monte de músicas, mas apenas um é inédito e feito exclusivamente para o jogo. É chamado de " Nove Círculos "(" Nove Círculos ").

Qual foi a experiência de realizar no Coachella como?

Imagine o que é estar a fazer música para seus amigos, em um pequeno canto do mundo aqui, completamente desconhecido, e de repente eles te chamam de outra parte do mundo com este convite. Para nós, era mágico. No final, tivemos alguns problemas desagradáveis ​​com a imigração, mas foi uma grande experiência em geral.

Eu li também que você não bebe ou fuma, isso é verdade? Nunca? Eu não encontro    muitos músicos que fazem essa escolha ...

É verdade. Eu tenho bebido e eu fumei, mas chutei esses hábitos. Eu não tenho vícios. Ou seja, eu tenho vícios, mas eu não quero ser daqueles meus vícios. Eu quero ser falho em melhores maneiras

Ultimo Clipe do Emicida.. Zica vai la

Kanhanga faz homenagem a estudante morta em SP

O rapper angolano Kanhanga faz música em  homenagem a 
estudante morta a  tiro em São Paulo, e até então os criminosos 
não foram identificados. 
 
 
 No dia 23 de maio foi assassinada no Brás-São Paulo 
a estudante   angolana Zulmira Cardoso de 27 anos graduada 
pela universidade  paulista Anip
 
 

Slim Rimografia - Só Por Hoje (Prod. Filiph Neo)


 Slim Rimografia volta com um novo som, talvez se esteja a preparar para um novo lançamento, quem sabe... Um rap leve, romântico e com mensagens positivas, tem marcado o estilo dos últimos sons e na track ''Só Por Hoje'' mantém essa mesma linha.

Abdiel ft. Mad Superstar e Double S - Esquece Esse Uí



Primeira musica promocional da saga de Mixtapes ''O Especialista Vol 7: Damas e Vagabas'', de Abdiel. Conta com a participaçao de Mad Superstar e Double.

Lancelot - Minha Poesia (Download)


 Lancelot disponibilizou uma faixa que estava perdida entre os seus ficheiros. O rapper tem um novo álbum em parceria com God G. Stay tuned.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Video: Samir - O Sonho Comanda A Vida


 Samir é um mc, escritor e produtor de Sintra que enveredou pela expressão musical em meados de 2001. Disponibilizou, em 2012, o seu segundo videoclip denominado "O Sonho Comanda A Vida" que conta com a produção de Madkutz.




Download do tema em mp3:
http://soundcloud.com/samir_mc2/samir-o-sonho-comanda-a-vida

Página oficial:
http://www.facebook.com/samir.mc2


Deest disponibiliza o som ''Ela É'' para download

  Deest disponibiliza o som de trabalho " Ela é " para download. Nascido e criado nas ruas de Salvador, o rapper vem divulgando o seu trabalho, que pode também ser ouvido atravês da sua página no soundcloud.


Link para download :
http://www.mediafire.com/?75w4sczzg01573v

Link de outros trabalhos do mc:
http://soundcloud.com/deest


Cristologia – Fim dos Tempos MixtTape (Download)



mixtape Cristologia - Fim dos Tempos

" A mais esperada mixtape do Cristologia (mc membro do GangdoMoinho - Hip Hop Tuga), já está disponível! A mixtape “Fim dos Tempos“, conta com toneladas de sentimento que vão tocar nos ouvintes, e conseguir mexer nos seus sentimentos (algo muito raro no Hip Hop Tuga!). Esta mixtape proporciona alguns momentos em que uma lágrima escapa facilmente do canto do olho, como numa faixa seguinte salpicada com uns toques de Reggae, pode propocionar-nos uma alegria imensa. Para além de algumas confidencias e desabafos que o mc faz (que segundo o próprio “não contaria a ninguém pessoalmente”).

O Cristologia merece sem dúvida que faças o download desta mixtape! Depois de tanto esforço, dedicação e até sofrimento (está a sofrer graves problemas de saúde, como se pode comprovar na faixa “Não Quero Morrer“) para conseguir elaborar esta mixtape com 18 faixas, pedimos que faças o download como forma de apoio ao Cristologia a ultrapassar esta fase mais difícil da sua vida (sejas ou não crente em Deus), e temos a certeza que vais ficar agradado com estas musicas." - Press Release

Download:  

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Video: Dengaz feat. Dino - Obrigado


 Este é o primeiro single/video da futura mixtape de Dengaz, que tem data de lançamento prevista para Setembro/Outubro. ''Obrigado'' conta com a participação especial do cantor soul Dino.

 

Dom Rubirosa & Philly Gonzalez feat. Marla Costa - Amor Ódio


 Dom Rubirosa e Philly Gonzalez disponibilizam mais uma faixa da mixtape ''Trunfos na Mão''. ''Amor Ódio '' conta com participação de Marla Costa. 



Video: Crônica Mendes - Enxurradas de Março


Confira o video de ''Enxurradas de Março''.



Enxurradas de março

É pau
É pedra
É fim do caminho
É o crack matando
É o jovem sozinho.

Manda o pobre correr,
pra polícia bater.
O problema tai,
não vai resolver.

São as águas de março e a inundação,
derrubando barracos, revirando chão.

Tem um corpo ali,
Tem um corpo aqui
A criança a chorar,
quem vai acudir.

São as águas de março e a inundação,
derrubando barracos, revirando chão.

Pau
Pedra
Fim
Caminho
Crack matando
Jovem sozinho
Polícia
Bater
Pobre
Correr.
Problema.
Resolver.

São as águas de março e a inundação,
derrubando barracos, revirando chão.

Pá, para pa pa.
Ratata ta ta
Pa parapa pa

São barulhos de tiros contra a multidão
que pedem nas ruas, violência NÃO.

Crônica Mendes
Inspirado na música Águas de Março (Tom Jobim/Elis Regina)

#RapBR - Savave - Tá Suave (Prod. Renan Samam)


Savave com novo video nas ruas, que conta com produção do sempre activo Renan Samam.

#RapBR - Inquérito grava poesia inédita de Sérgio Vaz




Música faz parte do projeto "Reversos - Instrumentalizando a poesia"
fotos: Márcio Salata

“Afundei o navio negreiro do meu coração, não me sinto escravo de nada, sei nadar” . Este é um trecho da poesia inédita “Canto das Negras Lágrimas”, de Sérgio Vaz, que ganhou música na voz e no beat do grupo Inquérito. Parte do projeto “Reversos – Instrumentalizando a poesia”, que aproxima músicos e poetas de diferentes estilos em releituras emblemáticas da arte brasileira.
Nesta miscelânea, a cultura da periferia e a literatura marginal aparecem nas linhas de Sérgio Vaz, que ganham som ao serem cantadas por Renan Inquérito e Pop Black.  A canção reconta uma história de luta que se funde com uma batida funkeada.
O projeto é parte do conceito do site Nego Dito, que completa um ano. O presente aos leitores é um disco virtual que reúne um material inédito, com a participação de 26 músicos e 16 poetas.
Esta não é a primeira vez que os talentos se cruzam. O poeta e criador do sarau da Cooperifa gravou uma participação no segundo disco do grupo Inquérito, o “Um Segundo É Pouco” na faixa “Já disse o poeta” e mais recentemente, apareceu e teve o nome citado no videoclipe “#PoucasPalavras”, também do grupo, além de ter escrito o prefácio do primeiro livro de poesias do Renan Inquérito.
Outra novidade ainda está em fase de concepção, mas conta com o músico Felipe Rima, do Ceará, que em 2011 lançou o disco “Entre o Batuque do Coração e a Poesia da Vitória”, somente com textos musicais e que agora vai cantar algo de Renan Inquérito, completando a trinca.
Para completar, o projeto traz ainda um vídeo dos bastidores da gravação. Com direção de Vras77, o material audiovisual foi gravado no estúdio de Thiago Galego.

A canção está disponível para download gratuito, bem como toda coletânea, que foi viabilizada através do site Nego Dito.
Serviço
Ouça a versão para Canto das Negras Lágrimas na coletânea Reversos – Instrumentalizando a Poesia: https://www.facebook.com/NegoDito/app_2405167945?ref=ts
Assista ao vídeo feito durante as gravações:
 

RZO - "Pirituba Gangsta (DJ CIA Remix)


DJ CIA poe nova roupagem em musica do RZO e chama de "Pirituba Gangsta".

Xizou - Montado na Ambição (Prod. NicBoombox)


Xizou está de volta com mais uma pedrada, o rapper de Campinas - SP esta decidido a recolocar o interior paulista no mapa e libera a faixa Montado na Ambição integrante da mixtape Para Sobreviver que já esta quase pronta. 

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Video: Os De Paula - Que Mina É Essa


Clipe da Música "Que Mina É Essa" do grupo Os De Paula, com direção de Toddy Ivon para a
gravadora Seven Music.


Video: Inquérito e Pop Black - Canto das Negras Lágrimas


Renan Inquérito e Pop Black interpretam uma poesia de Sérgio Vaz intitulada 'Canto das Negras Lágrimas'', que fará parte do Projeto Reversos. Assista.


Poesia de Sérgio Vaz
Título: Canto das Negras Lágrimas
Música: Inquérito
Intérpretes: Renan Inquérito e Pop Black
Produção Musical: Pop Black
Gravação: Thiago Galego
Mixagem e Masterização: DJ Duh - GrooveArts
Produção Executiva: www.negodito.com
Projeto Reversos

Rap Angolano - Os Underground Apresenta Laços de Honra Vol.2






Depois de Laços de Honra de Ladilson & G. Kappa, e Fecho 2011 / Abro 2012 da nossa Equipa. É com muita Honra e Suor que esta MixTape, que foi trabalhada durante o mês passado, depois de tantas promos anúncios... Esperemos que gostem e mandem os vossos sinceros comentários, aproveitamos para agradecer pela sua preferência.

 

Rap Angolano - N'hasa - Maxi-Single (Eu Tó Calmo)

 N'hasa disponiniliza um maxi single para download. ''Eu Tó Calmo'' chega brevemente.

#RaggaBR - Nova musica do Junior Dread - "Vacilão"




 Nova musica de Junior Dread, com o titulo Vacilao. Confira em baixo.

 "...Não importa a cor ou religião Pode ser no Brasil Europa ou Japão Toda ação tem sua reação Então muito...




Música "Vacilão" de Junior Dread.Riddim Teasing Dub (Studio One)
O título já diz bem do que fala a letra.
"Vacilão"
Vacilão ele é vacilão
Colo na minha quebrada pagando ladrão
Dizendo que era o cara que fazia a função
Boto um do palha dizendo que é do bom
Por isso eu fiz essa canção
Te digo então
Vacilão ele é vacilão
Ele pensa que é Rasta mas não tem noção
Tem Dread na cabeça pra fazer pressão
Tá sempre na internet
Criticando o irmão
Vivendo na contradição
Comigo não
Vacilão ele é vacilão
O carro do papai é sua diversão
Não quer trabalhar tem a condição
Chora pra mamãe emprestar o cartão
Ser comédia é sua tradição
Te digo então
Vacilão ele é vacilão
Ele pega geral diz que é o garanhão
Quando tá na balada ele é o cafetão
Pra própria mulher não dá atenção
Dos cornos ele é o campeão
Vacilão ele é vacilão
Eu não me importo com o que vão falar
Só falo do que eu vi pode acreditar
Tem gente que duvida só quer criticar
Mas se vc deve é melhor pagar
Com correção
Vacilão ele é vacilão
Me chamou pra cantar pregando a união
Na hora de pagar quis me dá o balão
A música é minha vida meu ganha pão
Eu já preparei seu caixão
E a conclusão
Vacilão ele é vacilão
Não importa a cor ou religião
Pode ser no Brasil Europa e Japão
Toda ação tem sua reação
Então muito cuidado irmão
Viva sua vida sem competição
Nunca deixe de estender a mão
Deus abençoa e te da proteção
Não acredite na televisão
Sigo pelo amor
Faço minha oração
Na selva de pedra eu sou o leão
Represento a nova geração
E agora chega no refrão
Vacilão ele é vacilão

#RapBR - Edi Rock part. Seu Jorge - That's My Way


Novo som de Edi Rock pra download, com a participação do sempre bem vindo Seu Jorge, para fazer esta parceria de pedo. Confira o resultado.

Artista: Edi Rock
Álbum: That's My Way
Ano: 2012
Faixas: 01
Tamanho: 13,3 Mb
Formato:  Mp3
Qualidade: 320 Kbps
Download: | Mediafire |

#RapBR - Hot Fly - Olha O Naipe Dessa Dama

Novo single do Rapper Hot Fly, 19 anos, carioca, música com uma pegada mais romântica e R&b..
 
 

Video: MCK - Nomes, Rimas e Palavras (Prod. Sam The Kid)

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj1mjO7yBr-AXbf3L8FhvKG-SExXsty4sNzXVv3TpeF97aLw4_Yj_sdeBh7L6Z6I7Z1NlSvVNw4ZBUKH86mwsLdLtucqwPXsUirzsVBsYvNoNOxhD5NvJnQa486RtEomacZK-qEB68hk8M/s512/MCK%252520-%252520Proibido%252520Ouvir%252520Isto.jpg

MCK traz uma mistura de ''Nomes, Rimas e Palavras'' para denunciar os mal-feitores que ''o parlamento não fala, o tribunal não julga'', mas que ele faz questão de expor, com uma acidez mortifera (quer nas palavras e rimas, quer no beat de Sam The Kid).

''Proibido Ouvir Isto'' é uma denúncia à verdadeira realidade Angolana, mas sempre com a intenção de mudar atitudes, para um futuro melhor de um povo que vive à mercê dos devaneios de governantes que não se preocupam em trazer justiça e igualdade ao seu país - Por Andreia Quaresma

domingo, 3 de junho de 2012

Entrevista - Orelha Negra: Regresso ao Futuro

Orelha Negra @ MED 2010

Modernizar o passado é reinventar o futuro. Podia ser este o slogan dos Orelha Negra caso fossem o partido com assento nas urnas. Como não são, está aí um segundo álbum em que a linguagem aprendida na escola negra é desenvolvida.

Por Davide Pinheiro, para a Disco Digital. 


No contexto actual, a música é quase sempre embrulhada numa narrativa mas, no vosso caso, parecem querer defender a obra em primeiro lugar.

Sam The Kid - É isso mesmo. Não existe um conceito, uma narrativa, é a música pela música com o objectivo de diferenciar este (disco) do primeiro com outras sonoridades que façam sentido no nosso universo. Neste consegues ouvir o que já estava no primeiro como a soul mas também tens rock progressivo, anos 80…

Francisco Rebelo - A narrativa é a que cada um constrói quando ouve. Ela existe mas é inconsciente.

STK - Não é voluntária. Surge no processo de intelectualização. O álbum começa com«Um Brinde», termina na«Aurora»e pode haver quem pense que há uma ligação entre as duas…quem quiser pensar assim, é bem-vindo!

FR - Por isso é que o álbum se chama«Orelha Negra»e não tem um título identificativo.

Fred Ferreira - Não vamos ser hipócritas; também pensamos nisso.

STK - Podia ser interpretado ao contrário mas é uma estratégia para a música falar por si. Claro que queremos vender mas a música é o mais importante. Não é como os Blasted (Mechanism) em que os fatos falam mais alto (risos)!

A ideia do supergrupo diluiu-se, não foi?

STK - Sim se bem queao conotarem-nos como supergrupo, partimos logo em vantagem. Há prós e contras porque existe uma expectativa derivada do nosso estatuto mas, por outro lado, temos crédito como músicos.

FR - Há um facto que é nós termos iniciado isto porque comungamos de uma série de questões e com os anos essa química aumentou mas, por outro lado, ainda nos conseguimos surpreender uns aos outros e é isso que mantém o forno aceso. No primeiro álbum, as canções foram construídas para uma ideia de concerto que culminou num disco. Desta vez, foi ao contrário: «vamos fazer um disco e temos um concerto pela frente, que foi o do CCB». Manteve-se o lado experimental, de jam session, mas depois houve um apurar em termos de produção que nos fez ir procurar coisas que não tínhamos feito ainda. Experimentar outros sons e outros estéticas num disco mais denso e longo.

STK - Nós também beneficiámos de aceitação por não haver uma banda com estas características. Não somos únicos mas temos algo de original. É diferente. Houve pessoas que estranharam nós não comunicarmos (em palco), no início, mas que agora já se habituaram à ideia. Por isso, acho que sim, que se diluiu.

FR - Aí é uma questão que tem mais a ver com os media e contra a qual não podemos fazer nada. É simpático mas pode ser traiçoeiro.

STK - Pois, é isso. Pode enganar. Como estamos a dar um passo de continuidade, essa ideia está a ficar para trás. Muitos dos supergrupos têm objectivos pontuais.

FR - No fundo, fizemos tudo o que uma banda nova faz. Tocar em sítios pequenos, alguns com menos condições e com cachets foleiros. Também já nos receberam como «os putos que vêm para aqui chatear».

Quando começaram a banda, a ideia era continuar?

FR - A ideia era continuar. Claro que se o disco fosse uma merda, tínhamos fechado a loja. Juntámo-nos e entendemos que devíamos fazer uma cena. Os meus 48 aninhos já não dão para fazer coisas inconsequentes. Não foi um encontro pontual e datado. Quando acabámos o primeiro disco, começámos logo a pensar no segundo; no que podíamos explorar de novo. No fundo, as pessoas é que decidem se devemos continuar ou não mas se nos dá pica…

STK - Foi importante dar continuidade e o álbum não ter demorado muito. Saiu o primeiro álbum, a mixtape e agora o segundo. Não foi apressado mas confesso-te: a seguir ao primeiro álbum, recebemos um convite para fazermos um álbum com um nome de gabarito mas preferimos esperar. Era tipo Orelha Negra e Michael Jackson (risos) mas queremos solidificar a cena.

Crescer sustentadamente.

FF - O percurso no Porto foi exemplar: começámos na Bluestore para 40 pessoas, depois Plano B esgotado, a seguir as Noites Ritual e só fizemos o Hard Club este ano. Sempre achámos que devíamos andar devagarinho.

FR - Também para as pessoas assimilarem o disco. Nos primeiros concertos, as pessoas perguntavam-nos se não havia cantor e a verdade é que nós também tivemos que nos adaptar. Nenhum de nós tinha trabalhado neste formato, com excepção talvez dos primeiros concertos dos Spaceboys antes do Kalaf entrar. Tivemos que aprender a comunicar em palco.

FF - Há problemas como numa banda com vocalista.

STK - Não há rewind. Não há um microfone para ocupar um silêncio. Não há um «chouricinho» tipo freestyle (risos).

A mixtape com vozes fez-vos chegar a mais gente?

STK - Um amigo meu estava a dizer-me que só chegou a meio do concerto de Faro «na música do Valete». Neste álbum também vamos fazer uma mixtape.

FR - Fez-nos chegar as outras pessoas.

STK - E a do Orlando (Santos), ninguém dava muito por ela no álbum….

FF - Era o intro...

Pensam a vossa música como um tributo aos vossos precursores?

STK - Honestamente, é sempre um tributo mas pode não ser tão simples. No nosso álbum, temos uma música popular portuguesa dos anos 80 mas o original não é grande coisa. Eu curto é aquela parte! Estou a recontextualizá-la, adoro essa palavra. Mas que um gajo respeita, respeita. Por exemplo, eu não gosto do refrão dos Fevers («A Luta») mas adoro aquela parte. O hip hop sempre foi isso. Agora, o tributo está na sensibilidade dos músicos. Posso pegar num sample e o tributo não está no original mas na manipulação.

E agora querem continuar a crescer ao vosso ritmo?

FR - É uma questão de gestão. O país é pequeno e às vezes há gajos que têm discos fixes mas que não resistem a todos os eventos e convites. Podem ter um grande ano mas depois não tocam.

FF - Pois, o país é pequeno e nem toda a gente te quer ouvir. É mesmo assim. Para nós, dar 15 concertos é bom. Para outros pode ser um fail. Não queremos tocar sem prazer. Queremos ir e tocar para pessoal fixe.

FR - Queremos fugir ao esquema de ir tocar a todo o lado e depois corrermos o risco de não ter público.

STK - Não queremos banalizar. Não precisamos de fazer tudo e mais alguma coisa. Sabemos que temos dar o corpo ao manifesto mas não precisamos de ir à «Praça da Alegria».

FF - Respeitamo-nos a nós próprios. Não há a ideia de usar a banda ao máximo. Nenhum de nós tem pressa nem depende exclusivamente da banda. Agora estamos aqui mas daqui a um nós se calhar estamos a falar de outra coisa ou do disco do Samuel.

STK - Sim, não garanto mixtape e logo a seguir álbum de Orelha Negra. Logo se vê.

FF - Estivemos três ou quatro anos concentrados nisto e agora, é provável que daqui para a frente não seja uma mixtape e depois um álbum. Houve coisas que foram ficando de lado.

STK - Não sinto que a missão da Orelha Negra esteja completa. Está bom mas ainda pode ser melhor.

FR - Vamos sentir esse desafio. Há-de haver um momento em que esse esse apelo vai chegar.

FF - Desta vez, sentámo-nos e fizemos. Agora, vamos conviver.

FR - E volta, não volta aparece alguém com uma ideia. Um filme…

FF - Fazia todo o sentido fazermos uma banda sonora. Mandei mensagens no Facebook para o Sá Leão e para o Hot Gold. Ainda não me responderam. Há um disco que eu tenho aqui que se chama Pornosonic com o Ron Jeremy que eu recomendo. É uma funkalhada. Se me aparecessem com essa ideia…

Mano Brown - ''Sem-teto são unha encravada no centro de SP''


Cinco anos após um show que terminou em pancadaria na praça da Sé, o grupo de rap Racionais MC's volta sua artilharia para o centro de São Paulo.

É terça à noite, e Mano Brown, KL Jay, Edi Rock e Ice Blue estão na rua Mauá, 340, ao lado da Estação da Luz. O que um dia foi o Hotel Santos Dumont parece, para quem vê de fora, uma edificação em ruínas.

O líder do Racionais sobe num tablado, colocado no pátio central do prédio, e se dirige às famílias de movimentos de sem-teto.

"Para eles [poder público], o ser humano é um mero detalhe. Não é o povo deles que está aqui, que vai ser despejado!" Todos aplaudem, inclusive donas de casa que assistem à movimentação da janela de seus dormitórios.

Brown decidiu gravar o clipe da música "Marighella" - sobre o guerrilheiro comunista Carlos Marighella (1911-1969)- num local com todos os ingredientes para se tornar um novo Pinheirinho - só que, dessa vez, no coração da metrópole, numa região sob disputa política por conta do projeto Nova Luz e das recentes operações anticrack.

Segundo ele, a gravação foi a maneira encontrada para apoiar as mais de 1.300 pessoas que moram no local há quase cinco anos. A Justiça determinou neste mês a reintegração de posse, cuja data será definida em julho.

Embalados pelo discurso de Brown, os integrantes do Racionais e o rapper Dexter emendam um pocket show de luxo. Hits como "Nego Drama" e "Vida Loka (Parte 2)", pelos quais se costuma pagar alto para ouvir em clubes de "playboys", jorram um atrás do outro para os sem-teto.

Entrevista de Mano Brow para o Jornal Folha
 
Folha - O que veio fazer aqui?

Mano Brown - Eu já vinha acompanhando o caso da ocupação pelo noticiário. Estava indiretamente engajado, e o pessoal do movimento vinha falando que a gente precisava gravar aqui, porque aqui é onde estão as ideias do Marighella.

Como foi gravar na Mauá?

A ficha ainda não caiu. Eu já tive oportunidade de cantar falando das coisas dentro da coisa em si, como na casa de detenção. A gente fez a música 'Diário de Um Detento" e cantamos dentro da detenção [Carandiru], antes dela cair. Foi mais ou menos como hoje aqui. O Marighella falava sobre isso: reforma agrária, divisão das terras, justiça social. E aqui é como se fosse a unha encravada da cidade. É um problema que eles [poder público] não querem, não têm sensibilidade para resolver como deveriam.

Como vê as ações recentes aqui na cracolândia?

Isso se chama especulação imobiliária. Já fizeram isso em São Paulo no começo do século 20. Fizeram isso no Rio de Janeiro, no Bronx, em vários lugares. É um lance racial. São Paulo foi forjada assim. O que a gente tá vivendo aqui é resquício da época da escravidão, são as mesmas fórmulas. Eles querem "limpar", sumir com o problema, e não resolver.

Acho que eles [sem-teto] têm que lutar mesmo. Não tem que demarcar território para A, B ou C. Se eles estão vivendo aqui, eles têm que continuar aqui. E o rap deve ajudar. Eu sei que eu tenho um peso e que eu posso colaborar.

E a prisão do rapper Emicida em Belo Horizonte?

O Brasil está em transição. O Brasil não sabe se é um país moderno ou se ainda está em 1964. Essa geração da direita... eles falam que não existe direita, mas existe direita. Kassab é de direita, Alckmin é de direita, certo? Eles falam que não, mas têm o mesmo modus operandi dos caras da antiga, de usar a força, de usar o poder e de passar para frente o B.O. para outro resolver.

Acha que essa causa da Ocupação Mauá vai conseguir apoio da população de São Paulo?

A sociedade primeiro tem que se sensibilizar. São Paulo é uma terra em que as pessoas são muito individualistas. Usa-se o termo reacionário, né? Grande parte da população vê eles [sem-teto] como um problema e prefere se livrar deles usando o sistema. Isso é uma coisa bem de São Paulo. A pessoa cai aqui, você passa por cima e vai embora. Isso é São Paulo.

Quem mora lá [na periferia] fica isento de muita coisa, tem um lugar reservado, mas fica longe de tudo. E aqui eles estão perto de tudo --e isso tem um preço. Estar perto do progresso tem um preço. Então querem cobrar esse preço deles. Você não tem direito de estar perto do hospital, da estação de trem, do metrô, você não tem direito de estar a cinco minutos do trabalho. Você tem que estar lá no fundo, onde as pessoas que não têm direito estão.

Ninguém é dono de São Paulo e o paulista não é dono de São Paulo. O brasileiro é dono de São Paulo, como é também dono da Bahia, dono de Minas Gerais...

O que acha da Comissão da Verdade?

Tem que fazer justiça mesmo. Tem que buscar o pé da fita mesmo, como dizem lá na minha quebrada, e tem que punir quem tem que ser punido. Se é que eles estão vivos ainda. Vai punir quem? Quem tá vivo para ser punido? Igual o [ditador chileno Augusto] Pinochet, que foi preso com oitenta e tanto. Vive bem, dorme bem, come bem, aí vive 90 anos. E o trabalhador mesmo...

O espaço do rap na Virada Cultural diminuiu. Isso tem a ver com o show do Racionais de 2007, na Sé?

Com certeza, isso daí tem a ver com o Kassab.

Você acha que a Prefeitura de São Paulo ainda não superou, não esqueceu?

Não esqueceu, mas é lógico que o Racionais é a ponta do iceberg. O Racionais é um grupinho, é grão de areia perto do problemão que eles têm que enfrentar. Eu não ligo pelo rap, eu não ligo pelo estilo musical. Eu brigo por uma raça, por um povo. Não está acontecendo só com o rap isso. Os caras estão invadindo as festas nos bairros, os pancadões que o pessoal faz na rua. Não tem carnaval na Bahia, que é popular, que acontece na rua? Não tem carnaval na rua lá no Rio? E por que não pode ter em São Paulo?


HIPHOPulsação Magazine nº 02 - Junho já nas bancas online‏


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Poetik - ''Versos de Elite'' MixTape (Download)



Depois de alguns videos e singles promo, Poetik libera a sua nova mixtape para download. Intitula-se ''Versos de Elite'' e conta com participações de Don Jaga, Young Max,  Cyrus Critycuz, Big kryz, entre outros.



Yannick TDM lança o single ''História''








Yannick TDM lança o single ''História'' para download, retirado do seu próximo álbum a solo, intitulado ''Transparência Verbal'', que chega às ruas brevemente. Conta com participações de Thug Paxion, Ferry, Pina G e Vanessa.



sexta-feira, 1 de junho de 2012

Mofty - Sei lá/Rap Deep